Como se diz em inglês?

Como dizer mandão em inglês?

Em algum momento, você já teve aquela vontade danada de descrever alguém como mandão ou mandona em inglês, mas ficou sem saber a palavra certa? Se já passou por essa situação, chegou a hora de resolver o problema. Nesta dica você vai aprender como dizer mandão em inglês. Portanto, continue lendo!

O termo mais comum para descrever uma pessoa que gosta de dar ordens a todo mundo é bossy. De acordo com os melhores dicionário de inglês, o termo bossy é tido como informal e é sempre usado em to de desaprovação. Ou seja, é usado para descrever aquela pessoa realmente chata cuja satisfação é ficar dizendo aos outros o que elas devem fazer.

  • Don’t be so bossy! (Larga mão de ser tão mandona!)
  • A thin, tall woman with a bossy face was giving orders to other girls as they took plates to the different tables. (Uma mulher alta e magra, com cara de mandona estava dando ordens às outras garotas enquanto elas colocavam os pratos nas mesas.)
  • He’s a bossy little boy. (Ele é um garotinho bem mandão.)
  • Stop being so ​schoolmarmish* and bossy! (Deixe de ser tão casca-grossa e mandona.)
  • Lucinda is described as a bossy know-it-all who demands to know everything about everyone. (Lucinda é descrita como uma sabichona mandona que exige saber tudo sobre todo mundo.)
  • My ​older ​sister was very bossy. (Minha irmã mais velha era muito mandona.)

Como dizer mandão em inglês?» Leia também: Como dizer puxa saco em inglês?

Pronto! E assim você fica sabendo como dizer mandão em inglês. Mas, para não ficar só nisso, continue lendo para aprender mais.

O termo bossy, como você deve ter percebido, vem da palavra boss (chefe). O interessante é que boss serve ainda de base para o phrasal verb boss someone around, cujo significado é “mandar em alguém“, “dar ordens a alguém“.

» Leia também: O que são phrasal verbs?

  • Don’t let her boss you around. (Não deixe ela ficar mandando em você.)
  • He’s used to bossing his little brother around. (Ele está acostumado a dar ordens ao irmão caçula.)
  • Stop bossing me around. I’m not your employee. (Para de ficar me dando ordens. Não sou seu empregado.)
  • She bosses everyone around. (Ela manda em todo mundo.)
  • What gives you the right to boss everyone around? (O que dá a você o direito de mandar em todo mundo?)

» Leia também: Como usar Be Used To em inglês?

Vale dize que a atitude de quem boss around não é nada bem vinda. Ou seja, quando dizemos que alguém está bossing around, a ideia é de que a atitude da pessoa é desagradável, feia, deselegante. Portanto, use esse phrasal verb somente quando a pessoa estiver com uma atitude bem bossy mesmo.

Well, that’s all for today! Agora que você já sabe como dizer mandão em inglês, que tal aproveitar e aprender também como dizer manteiga derretida em inglês? Se quiser, fique no site é leia várias de nossas dicas de vocabulário em inglês já publicadas. Até a próxima!

DICA EXTRA:
* Schoolmarm era o termo usado para se referir a uma professora de zona rural. Por terem a fama de antiquadas, duronas, rígidas, linha dura, casca grossa etc., acabaram criando o adjetivo schoolmarmish para se referir a qualquer pessoa – homem ou mulher – que tenha essas características.

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phrasal verbs vocabulário em inglês

11 Comentários

  1. Por isso que brasieiros tem tanta dificuldade de falar Inglês de forma discontraída e fluente. Tudo funciona na base da tradução. Ensino Inglês há mais de 20 anos. Já tive centenas de alunos que estavam cursando, ou já haviam terminado os tais cursinhos de Inglês. Invariavelmente eles NÃO conseguem falar o idioma. Mas o que importa afinal, é manter o cliente pelo período mais longo possível, até que ele descubra que não valeu a pena…

    1. Hello, Time Traveller! O seu comentário se refere a qual dica? Preciso contextualizar o assunto para poder encaixar melhor as ideias! rsrsrsrs

      1. If you had payed attention to what I said about translations, you’d have got my point.

        1. If you could be me more specific, Time Traveller, it’d make things easier. If you’re really a professional in ELT, as you declare, be clearer and express your point. Anyway, I guess I know what you mean and, to be quite honest, you first have to understand the basis of a project so that you can say something about it.

          Inglês na Ponta da Língua is 75% in Brazilian Portuguese because it’s aimed at learners who are still learning English. If all texts here were written in English, how would they learn something? Picture this: let’s say you were trying to learn Greek and as a beginner had to read everything in Greek; how would you do that if you had no idea about the Greek alphabet? How would you understand something if you hadn’t a guide – in your own language – to help you get through the basics of Greek?

          I totally invite you to read a couple of more texts posted here on this website to get the idea behind it! Should you to read them, you’ll get the pedagogical point behind it. I’m quite sure you’ll also understand why lots of real ELT professionals around the world advise teachers making moderate use of learners’ L1 while teaching English in a classroom, which is not the case here on this website. I mean, Inglês na Ponta da Língua is a reference blog and not an English language course. Here I don’t give classes, I just write about grammar, lexicon, usage, learning techniques, language acquisition, you name it.

          Just like you, I ‘ve been working in this field for more than 20 years (27 to be more precise) and I also thought – at the beginning – that using learners’ L1 was not a good thing. But after taking courses, reading hundreds of books, talking to specialists, learning from neuroscientists and a bunch of other people, I totally changed my mind and realized that using learners’ L1 (translating) is not a bad thing. If it’s wisely used there’s no problem at all. It doesn’t affect learners progress while learning an L2.

          Anyway, that’s not the point of your comment (and sarcasm). The answer to your words is: most of the texts here – on my website – are in Brazilian Portuguese to make it easier for learners to understand the real meaning behind words, expressions, formulaic language, slang words, phrasal verbs, grammar structures, language usage and the like. Again: how would readers understand what is meant if they can’t read in the language they’re still learning? Finally, this website is not an English course. If it were things would be done in a different way so as to track progress of learners; however, that’s not the case here.

          Take care and let’s keep learning! 🙂

          1. Well said and, even though I’m not a teacher, I fully agree. I’ve often had people say to me that the best way to learn a language is total immersion (i.e. get dropped into another language and/or culture and be left to fend for yourself because there’s nothing better than learning in real time situations with native speakers, right?). Based on my learning of Portuguese, I think that would be a complete disaster, at least for adults. I can imagine that someone might learn to communicate effectively that way, but likely with plenty of errors. I think it’s far better to start with a theoretical underpinning in your own native language and progress slowly from there.

          2. Much obliged for taking the time to fill me in on your website and your clear outlook on English language teaching/learning process for that matter. I must say that I’m really impressed with everything you said and believe me, you’ve earned some brownie points. Well, I hope you appreciate candor, for just unlike you -at the beginning- I thought that using translation was a good thing, but I soon would be using it a measure of last resort
            Anyways, keep up the good job. After all, thanks to experts like you and hordes of “real” ELT professionals, I can get so much recognition from all my students that had tried to learn “English in Portuguese”!!!!! . It’s amazingly gratifying to hear things such as
            ‘Gosh! I’ve been studying English the old fashion way for so long and couldn’t express myself properly, because of those damn translations’
            ‘when I tried to speak, I had to translate into English first, so…’
            Well, I guess that like you, I could get my point across.
            Good luck and good riddance!

            1. That’s the problem in writing, Time Traveller! We never know what the other person’s opinions are. We can’t get the real meaning behind their words. I’m quite sure you understand that! 🙂

              Anyway, I’m not in favor of using Portuguese in class all the time. Learners must be in touch with the language most of the time, but, hey, sometimes you may make use of our good native language so as to carry things.

              Let’s keep in touch! I thought you’d be one of those trolls who love to make us crazy. But I was wrong! Thanks for that! 🙂

  2. No entretanto, ainda estou à espera por você escrever uma dica sobre o inglês australiano. Sou um leitor relativamente recem-vindo ao seu blog e não sei se tivesse feito isso nos tempos inícios, mas não estou consciente de uma tal dica. Não há dúvida que o inglês britânico é uma das duas variantes maiores do idioma (ao lado da americana) e merece alguma atenção.
    Porém, lembro-me de ter lido dicas sobre inglês irlandes. Se essa variante valia a pena escrever uma dica, acho que a versão australiana merece uma também!

    1. Olá, Ralph! Um texto sobre o Inglês Australiano foi publicado em 21 de maio de 2012. Ela está publicada com o título Inglês Australiano: Características e Curiosidades. Assim como ela, temos também uma dica para as variantes indiana e sul-africana. Ainda publicaremos textos sobre outras variantes: Canadá, América Central, Nova Zelândia, Escócia e outras. Enfim, a ideia é mostrar às pessoas que a língua inglesa é rica em variantes e que temos de estar atento a todas. 🙂

      1. Muito obrigado. Quando essa dica foi publicada, eu já tinha acabado de completar o meu curso inicial de português brasileiro em Canberra, a capital australiana. A aquela altura, não fui em nenhum estado para ler alguma coisa neste blog ou qualquer outra em português. Vou ter de ir procur­ar o artigo.

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