Como Desenvolvi Meu Vocabulário em Inglês

Como desenvolvi meu vocabulário em inglês? Como melhorei meu vocabulário em inglês estudando sozinho? O que fiz para ter um bom vocabulário em inglês?

Baseando-me em perguntas enviadas por leitoras e leitores, resolvi gravar um vídeo falando sobre o assunto vocabulário. Afinal, quais foram as estratégias que usei para melhorar o vocabulário em inglês? Será que algo do que fiz pode ajudar você?

Assista ao vídeo abaixo para ouvir minhas respostas a essas perguntas. Tenho certeza que você poderá sim aprender algo que será muito útil para você mudar o modo como aprende vocabulário.

No vídeo, eu menciono que meu aprendizado de vocabulário teve dois momentos. Assista para identificar que momentos são esses e em qual deles você está e qual deveria estar.

Como Desenvolvi Meu Vocabulário em Inglês

Mais Vídeos para Assistir e se Motivar

Como Desenvolvi Meu Vocabulário em Inglês

Se você tem acompanhado as dicas mais recentes aqui do Inglês na Ponta da Língua – ou mesmo o canal no Youtube –, sabe que eu estou publicando alguns vídeos contando como eu aprendi inglês. Em cada vídeo, eu falo das minhas dores para aprender e as soluções que fui encontrando para me tornar fluente em inglês.

Portanto, reserve um tempo aí em sua agenda e assista aos vídeos abaixo. Você não vai se arrepender! Assim espero!

Se você está em busca de aprender inglês sem frescuras e com dicas que ajudarão você de modo mais real e prático, tenho certeza que esses vídeos aí e outras dicas publicadas aqui no site serão de grande ajuda para você.

I hope you really enjoy everything.

That’s all I have for now! So, take care and keep learning!

Collocations com Diet: desenvolva seu vocabulário em inglês

Que tal aprender alguns collocations com DIET? Bom! Antes, porém, vamos relembrar um pouquinho sobre esse tais collocations. Assim, vai ficar mais fácil de entender melhor a ideia.

Já escrevi alguns textos aqui no Inglês na Ponta da Língua falando o que são collocations. De modo bem simples, são combinações de palavras. Mas, não qualquer combinação de palavras. Collocations são combinações naturais e que muitas vezes deixar a gente meio confusos.

Por exemplo, em português falamos chuva forte. Em inglês, não dizemos strong rain; o certo é heavy rain. Mas, não é só isso que tem a ver com collocations.

Você pode pegar uma palavra chave como diet (dieta) e aprender em palavras que combinam com ela. Aprender collocations ajuda e muito no desenvolvimento da fluência em inglês. Seja essa fluência a falada ou a escrita. Sem contar que ajuda também na compreensão oral (listening) e na leitura.

Ou seja, collocations ajuda no desenvolvimento de todas as habilidades linguísticas que você precisa para ser fluente em inglês. Quer uma prova disso? Vamos lá!

Faça esse teste

Abaixo está uma imagem com uma sentença. Sua tarefa é completar a sentença com as opções dadas.

Collocations com Diet

Qual opção completa a sentença corretamente?

O que muita gente pensa ao ver isso?

Muitos estudantes ao se depararem com esse tipo de questão logo trava. pois, para essa grande maioria trata-se uma questão envolvendo phrasal verbs. Diante disso, dizem que odeiam phrasal verbs, nunca aprendem phrasal verbs, aprender phrasal verbs é chato e coisas assim.

No entanto, esse tipo de questão – muito comum em exames de proficiência – nada tem a ver com saber phrasal verbs. Na verdade, trata-se de uma questão para saber se você sabe qual é a combinação que se encaixa melhor com a palavra diet. Portanto, saber collocations com diet nesse momento é a melhor coisa.

Collocations com Diet

Collocations com Diet

No caso da imagem acima, se você desenvolver seu vocabulário em torno de palavras que combinam com a palavra DIET. Você certamente saberá qual é a opção que melhor completa a sentença.

Abaixo seguem algumas combinações comuns e suas traduções.

  • have a balanced diet (ter uma dieta balanceada)
  • follow a strict diet (seguir uma dieta puxada)
  • go on a diet (entrar de dieta, começar uma dieta)
  • start a diet (começar uma dieta)
  • stick to the diet (manter-se firme à dieta)
  • spoil the diet (furar a dieta)
  • be on a diet (estar de dieta)

Claro que há muitas outras COLLOCATIONS COM DIET. Ninguém precisa sair por aí decorando todas elas. Podemos simplesmente aprender um pouco de cada vez. Afinal, o nosso aprendizado de inglês não tem dia nem hora para acabar. Trata-se de algo contínuo. Então, vá aos poucos e com calma.

Vendo a lista de collocations com diet acima, você já sabe qual é a opção que melhor completa a sentença na imagem, não é mesmo? Trata-se da letra D: go on a diet.

Aprenda Tudo Sobre Collocations

Quer aprender mais sobre COLLOCATIONS? O que são? Como aprender? Por que aprender? Onde encontrar? Como organizá-los? Fazer várias atividades com eles? Ter aulas de collocations? E muito mais…

Participe do curso online COLLOCATIONS que eu – prof. @denilsolima – dou. Tenho certeza que você vai gostar e vai aprender a desenvolver seu vocabulário em inglês de uma forma bem mais interessante. Clique no botão abaixo!

As 20 primeiras pessoas que se inscreverem até o dia 02 de agosto (próxima sexta-feira) receberão sem nenhum custo o livro COMBINANDO PALAVRAS EM INGLÊS autografado. As vagas são limitadas. Portanto, não perca essa oportunidade.

5 Dicas Para Desenvolver a Fluência em Inglês

Tornar-se fluente em inglês! Este é o desejo de todo mundo que começa a estudar inglês.

A pessoa se dedica por horas e horas. Decora regras e termos gramaticais. Faz inúmeras atividades. Lê textos. Assiste a filmes e seriados. Salva dicas e mais dicas. Enfim, dedica-se. Mas, a tal da fluência parece não acontecer. Por quê?

Quando eu comecei a estudar inglês (sozinho e sem muitos recursos), eu fazia justamente o que a maioria sempre faz. Só que conforme eu fui vendo que aquilo não funcionava tanto, eu comecei a fazer algumas coisas ao longo do meu dia para que minha fluência em inglês fosse se desenvolvendo.

O segredo – se é que podemos falar assim! – não está em estudar apenas uma ou duas horinhas por dia. Na verdade, o que vai fazer a grande diferença é o ato de colocarmos em prática tudo aquilo que aprendemos. A grande pergunta é: como fazer isso?

5 dicas Para Desenvolver a Fluência em Inglês

Nesta dica, compartilho 5 coisas que me ajudaram a desenvolver a fluência em inglês. São coisas simples e fáceis de serem colocada em pratica ao longo do seu dia a dia. Por exemplo, uma dessas coisas que eu fazia era ter um amigo imaginário.

Eu criava diálogos em minha cabeça – às vezes escrevia em um caderno – e os praticava comigo mesmo. Eu até mudava o tom da voz para dar a impressão de que eram duas pessoas conversando. Isso me ajudou muito. Pois, embora fosse algo “falso“, eu consegui memorizar chunks of language que na vida real me foram muito úteis.

Outra coisa que eu fazia era descrever pessoas ou os locais onde eu estava. Por exemplo, se eu estivesse na fila do banco, eu escolhia uma pessoa e a descrevia usando todo o inglês que eu sabia. Quando estava dentro do ônibus indo para o trabalho ou casa, eu descrevia alguém ou mesmo os locais por onde passava.

Pode parecer loucura, mas essas coisas me ajudavam a manter o inglês que eu aprendia. Eu tinha minhas horas formais de estudos com livros e dicionário em casa, mas ao fazer essas coisas fora desses horários fazia com que o meu aprendizado fosse usado de modo mais natural. Assim, eu mantinha meu cérebro “pensando” em inglês mesmo morando no Brasil e sem ter com quem conversar.

» Leia também: Dicas para pensar em inglês

Quer saber quais eram as outras coisas que eu fazia? Então, assista ao novo vídeo em nosso canal no Youtube. Depois de assistir, deixe lá o seu comentário. Clique na imagem abaixo!

Assista ao vídeo para aprender mais!

5 Dicas Para Desenvolver a Fluência em Inglês

Lembre-se: você não precisa colocar essas 5 coisas em prática de uma só vez. Escolha uma e acostume-se com ela. Depois, pegue outra e vai se acostumando com ela também. O objetivo é fazer com o inglês que você aprende seja usado fora do ambiente formal de estudos. Tenho certeza que isso fará uma grande diferença no desenvolvimento de sua fluência.

Well, that’s it! I really hope you enjoy the tips! So, take care and keep learning.

Best wishes,

Prof. DenilsoInglês na Ponta da Língua

Uma Nação Chamada São Paulo | A Nation Called São Paulo

Uma Nação Chamada São Paulo – em inglês, A Nation Called São Paulo – é o título de um vídeo institucional produzido pelo Governo do Estado de São Paulo.

Este vídeo será apresentado pelo governador de São Paulo, João Dória, no Fórum Econômico Mundial de 2019, em Davos na Suíça. [Fonte: O Antagonista].

Como o vídeo Uma Nação Chamada São Paulo está em inglês. Eu acredito que seja uma maneira interessante de você praticar inglês falando (ouvindo) sobre algo relacionado a nós brasileiros.

Portanto, segue abaixo o texto da narração do vídeo para você ler e entender. Eu coloquei alguns números ao lado de algumas palavras para você entender melhor do que se trata.

Após o texto e o mini-glossário, você poderá ver o vídeo na íntegra. Após o vídeo, vou dar algumas ideias do que você pode fazer para usar esse conteúdo a seu favor. Então, vamos lá!

Uma Nação Chamada São Paulo

Segue, portanto, abaixo o texto da narração do vídeo Uma Nação Chamada São Paulo.

Uma Nação Chamada São Paulo

Brazil!
Here is Sao Paulo!
We are more than a Brazilian state.
We are a nation state.
A state that works
The second largest economy of South America, with a 647-billion Growth Domestic Product [1].
Covering an area of more that 200,000 square kilometers, we are global leaders in the production of sugar, ethanol and orange juice.
We have a market of more than 45 million people from every part of the world.
Sao Paulo trains and exports the most qualified workforce [2] in Brazil.
Sao Paulo is the fourth largest consumer market in Latin America
Sao Paulo is Brazil’s largest economy.
Over half [3] of Sao Paulo’s 58 billion dollars in exports are concentrated in food, transport and capital equipment [4].
Sao Paulo’s infrastructure is also impressive.
Boasting [5] two of Brazil’s busiest airports with more than 50 million passengers every year.
We have the largest port in Latin America, in Santos, transporting 130 million tons per year.
And also 18 of the 20 best highways [6] in Brazil.
Science, technology and innovation also have their places in Sao Paulo
We invest heavily in research, more than 205 million dollars.
Sao Paulo also hosts a world-class science and technology institute representing investments of over 200 million dollars.
As a result of this initiative, incubators and tech parks [7] have spread throughout the state, fostering [8] economic and social development.
We now have the best HDI [9] of Brazil and the best public safety index [10] in the country comparable to international indexes.
Opportunities are back with projects involving many of our landmarks [11] and strategic locations in various sectors.
São Paulo is already recognized by the media as the best place to invest in Latin America and the state’s government is ready to welcome investors.
The best moment to believe in Sao Paulo is here and now.
Pleased to meet you! We are the State of São Paulo and we are ready for business.

Mini-glossário

[01] Growth Domestic Product (GDP) » Produto Interno Bruto (PIB)
[02] qualified workforce » força de trabalho qualificada
[03] over half » mais da metade
[04] capital equipment » qualquer equipamento usado por uma organização para produzir suas commodities.
[05] boasting » ostentando
[06] highways » estradas
[07] incubator and tech parks » incubadoras e parques tecnológicos
[08] fostering » fomentando
[09] HDI (Human Development Index) » IDH (Índice de Desenvolvimento Humano)
[10] public safety index » índice de segurança pública
[11] landmark » marcos, pontos de referência

Uma Nação Chamada São Paulo – vídeo

Como usar isso?

Uma atividade que sempre recomendo no curso Aprender Inglês Lexicalmente aos participantes é a que chamamos de Voice Over.

Os objetivos são os seguintes:

  • Reconhecer e aprender os chunks of language essenciais;
  • Memorizar o texto (completo ou apenas parte dele);
  • Recitar de cor (sem ler) o texto ou parte dele;
  • Praticar a pronúncia do texto ou parte dele;
  • Repetir o texto ao mesmo tempo que o vídeo ou áudio estiver sendo tocado.

A ideia nessa atividade é ajudar você a desenvolver a pronúncia de modo geral; não somente os sons isolados das palavras, mas os conjuntos de chunks. Você deve prestar atenção na entonação, ritmo, etc.

Enfim, se você quiser melhorar o seu inglês e estabelecer um objetivo de aprendizado, procure fazer o Voice Over com o texto Uma Nação Chamada São Paulo. Estude-o e pratique-o durante uma semana e veja como você se sairá.

Tenho certeza que você descobrirá é muito mais capaz do que imagina! Try it!

That’s it for now, guys! So, take care and keep learning!

Ter Um Bom Vocabulário em Inglês: o que é isso?

Ter um bom vocabulário em inglês!? O que isso realmente quer dizer!? Você certamente já se fez essa pergunta, não é mesmo? Afinal, o que significa ter um bom vocabulário na língua inglesa? Você já parou para pensar nisso?

Esse assunto é um dos mais instigantes no mundo de aprendizado de inglês. O grande problema é que as pessoas de modo geral tem uma ideia bem errada do que realmente significa ter um bom vocabulário. A partir do momento que você entender isso e mudar o modo como encara o assunto, seu inglês mudará muito. Enfim, deixe-me falar um pouco sobre isso e você já vai começar – assim espero! – a mudar o seu pensamento.

» Concorra ao sorteio de uma Bíblia Bilíngue. Clique aqui para saber como participar!

Ter Um Bom Vocabulário em inglês: pensamento comum

Todo estudante de inglês – seja lá qual for o nível – costuma achar que ter um bom vocabulário em inglês significa saber um monte de palavras.

Por um monte de palavras, eles acreditam que saber as cores, as frutas, os legumes, as partes do corpo humano, as partes de uma casa, os utensílios de uma cozinha, peças de um carro, etc., em inglês faz parte desse bom vocabulário em inglês.

Ter Um Bom Vocabulário em InglêsMuita gente ainda acha que além de decorar listas de palavras, um bom vocabulário também se manifesta quando a pessoa sabe palavras esdrúxulas. Aquelas palavras que são raramente usadas em uma conversa cotidiana.

Assim, saber palavras como “acersecomic”, “gorgonize”, “infandous”, “agastopia”, “bibble”, “oxter”, “quire”, “absquatulate” indica que a pessoa tem um bom vocabulário em inglês.

Será mesmo isso?

Será que ter um bom vocabulário em inglês refere-se mesmo ao fato de alguém ter na ponta da língua uma lista de 2000, 3000, 4000, 5000 palavras? E também palavras raramente usadas?

Em parte, isso pode até ser verdade. No entanto, isso não é nem 80% do que nós, especialistas em aquisição lexical, definimos como ter um bom vocabulário em inglês.

Então, o que é ter um bom vocabulário em inglês?

No vídeo abaixo, eu – Denilso – explico do modo mais simples possível o que significa ter um bom vocabulário em inglês. Você vai entender ter um bom vocabulário não se resume a esses dois pensamentos comuns – e falhos – mencionados acima.

Resumindo um pouco o assunto, ter um bom vocabulário em inglês significa ser capaz de usar de como correto e natural as palavras mais simples e comumente usadas no dia a dia da língua inglesa.

Ou seja, saber usar palavras como “all”, “can”, “just”, “mean”, “get”, “will”, “tell”, “say”, “know” e outras mais é o que faz uma grande diferença no seu modo de se comunicar em inglês. Esse é o assunto que trato no curso Aprender Inglês Lexicalmente – participe do curso clicando aqui. Afinal, o segredo para o desenvolvimento da sua fluência está na qualidade de como você usa as palavras e não na quantidade de palavras que tem decorada na cabeça.

Assista, ao vídeo para entender melhor. Caso queira dizer algo a respeito do assunto, deixe seu comentário aí abaixo. Let’s keep talking about this issue. [Não está vendo o vídeo abaixo? Então, assista clicando aqui!]

» Inscreva-se em nosso canal no Youtube: clique aqui

 

Dicas Para Pensar em Inglês? Encontre aqui as dicas que você precisa!

O que fazer para pensar em inglês? Como deixar de pensar em português e começar a pensar em inglês? Quais são as dicas para pensar em inglês?

Estou na área de ensino de inglês há mais de 20 anos e essa pergunta é uma das perguntas que mais ouço. Há um desejo enorme entre os estudantes de inglês de querer pensar em inglês e para isso eles procuram dicas que ajudem. Se você está em busca de respostas a essa pergunta, darei abaixo algumas dicas para pensar em inglês.

Infelizmente, você já deve ter notado que não existe um botãozinho dentro de nossa cabeça que mude o nosso cérebro para deixar de pensar em português e começar a pensar em inglês. Não existe uma espécie de tecla SAP para isso. Se existisse, seria simplesmente MA-RA-VI-LHO-SO, não é mesmo?

Eu e Minhas Ideias

Dicas Para Pensar em InglêsMesmo não tendo tal botão, ao longo dos meus estudos de inglês, eu desenvolvi estratégias para fazer com que meu cérebro usasse o inglês que eu sabia e aprendia.

Caso você não saiba, eu – Denilso – aprendi inglês sozinho. Nunca viajei para o exterior para aprender inglês. Nem mesmo frequentei uma escola de inglês. Todo o inglês que aprendi foi enfiando a cara nos livros, observando a língua sendo usada, cometendo erros de pronúncia, de gramática, de uso das palavras e tudo mais.

Assim, uma coisa que fiz desde o começo foi fazer meu cérebro “pensar” em inglês. Mas, como eu fazia isso? Seguem abaixo algumas das “maluquices” que eu costumava fazer. São dicas para pensar em inglês desde que você realmente queira isso. Claro que você não precisa fazer todas elas, mas experimente algumas por algum tempo e me conte depois qual foi o resultado.

Dicas Para Pensar em Inglês

» Dica 01

Quando estiver parado em algum local – fila de banco, consultório médico, esperando alguém em algum local –, tente descrever as pessoas e o local (o ambiente) em inglês. Não se preocupe se você não souber uma palavra ou outra; simplesmente faça uso daquilo que você já sabe.

» Dica 02

Quando estiver assistindo a uma aula ou ouvindo uma palestra, experimente fazer as anotações em inglês. Se for anotar algo importante que você ouviu, anote em inglês usando as palavras e expressões que você já sabe. Não se preocupe com a gramática; apenas use aquilo que você sabe.

» Dica 03

Ao ver um número de telefone ou placa de um carro, leia os números e letras em inglês. Uma das maiores dificuldades que as pessoas tem ao falar inglês é quando se deparam com números; portanto, acostume-se a ler os números e as letras em inglês. Soletre as palavras de vez em quando apenas para praticar o alfabeto mentalmente.

» Dica 04

Ao começar o seu dia, procure descrever em inglês para você mesmo como será o seu dia.. Fale de coisas que terá de fazer ou acha que terá de fazer. Você pode dizer mentalmente algo como “Today I’m going to work by car. At midday, I think I’ll go to the bank. I also have to call my friend Miguel and…“. Enfim, use o inglês que você já sabe para dizer como será seu dia, coisas que terá de fazer.

» Dica 05

No final do dia, ao deitar na cama – ou um pouquinho antes – repasse seu dia mentalmente em inglês. Pense nos principais momentos do dia e descreva-os em inglês. Por exemplo, “Today, I woke up really early. I went to the dentist. I had lunch at a restaurant and then I went back to work and solved some problems there. I also went to the gym and had a wonderful time“. Enfim, repasse seu dia falando inglês com você mesmo.

Conclusão

O que estou sugerindo a você é que você se acostume a usar o inglês que já sabe para começar a pensar em inglês. Essa coisa de pensar em inglês não ocorre da noite para o dia. Pensar em inglês é uma questão de hábito e hábito é algo que você adquire aos poucos.

Há muitas outras dicas para pensar em inglês. Por exemplo, no horário do almoço, descreva o que você está comendo em inglês. Se você vai ao trabalho de metrô ou ônibus, descreva as pessoas usando o inglês que você sabe. Enfim, brinque mentalmente com o inglês que você já sabe e faça seu cérebro pensar em inglês aos poucos.

Caso queira ouvir mais dicas para pensar em inglês, assista ao vídeo do link abaixo.

»» Como pensar em inglês?

Participe do Curso

Para muito mais dicas para pensar em inglês, conheça o curso Aprender Inglês Lexicalmente. Nele você aprenderá como aprender inglês por meio de chunks of language, aprender gramática sem gramática, usar inglês com naturalidade, desenvolver sua fluência e muito mais. Já estão abertas as inscrições para novas turmas. Saiba mais clicando aqui ou na imagem abaixo.

Aprender Inglês Lexicalmente

 

Frases em inglês? Como formar!? Aprenda aqui!

Como formar frases em inglês!? Será que existe uma dica milagrosa para ajudar com essa coisa de frases em inglês!? Essas perguntas são muito comuns entre inúmeros estudantes de inglês. Geralmente, quem faz essa pergunta já sabe algumas (ou muitas) coisas em inglês, mas se enrola na hora de criar frases. Portanto, se você tem essa dúvida, continue lendo este texto.

Como formar frases em inglês?

De modo geral, a melhor maneira para aprender como formar frases em inglês é, desde cedo, aprender frases e ir fazendo pequenas alterações nelas para ir se acostumando com as estruturas.

Assim, você aprende não só como formar frases em ingles, mas aprender também a gramática de modo bem natural. Sem contar que por ainda ir usando a criatividade para criar novas frases sempre que quiser.

Para não ficarmos só na teoria, vamos à prática. Segue abaixo uma dica que sempre dei – e ainda dou – a todos os estudantes que me fazem essas perguntas.

Pratique essa ideia

Digamos que você acabou de aprender a frase “What’s your name?“. Você pratica esse “what’s your name?” até ficar com ele na ponta da língua. Depois que souber bem, ao invés de deixá-la de lado, começa a brincar com a frase. Para isso, comece trocando a palavra “name” por outras palavras que façam sentido na frase. Escreva isso em seu caderno e vá se acostumando com a estrutura. Por exemplo:

  • What’s your favorite color?
  • What’s your last name?
  • What’s your address?
  • What’s your email address?
  • What’s your phone number?

Como formar frases em inglês?Veja que a estrutura inicial – what’s your – foi mantida. Somente o final foi trocado para que você pudesse criar uma nova frase e praticar o vocabulário que já sabe.

Você pode fazer isso com qualquer frase que considerar interessante ao longo dos seus estudos de inglês. Veja outro exemplo:

  • He goes to work by car.
  • He goes to work by bus.
  • He goes to work by bike.
  • He goes to work by taxi.

Você pode mudar o local para onde a pessoa vai ou mudar a pessoa (sujeito da frase):

  • He goes to university by car.
  • She goes to school by bus.
  • She goes to London by plane.
  • She goes to church by bike.

Conforme você for aprendendo mais e mais frases em inglês, você poderá fazer esse tipo de alterações para se acostumar com o fato de como formar frases em inglês.

Um problema comum

O problema dos estudantes de inglês nessa coisa de como formar frases em inglês está no fato deles sempre querer saber o(s) porquê(s) da estrutura gramatical (qual é a regra?). Se ao invés de ficarem preocupados com os detalhes das frases, passassem a prestar atenção ao contexto, ao significado e ao modo como certas estruturas são usadas, as coisas ficariam mais simples.

Por exemplo, tem gente que entra em desespero quando aprende que “I’ll have…” significa “Eu quero…“. Afirmam que isso simplesmente não dá para entrar na cabeça. Para mim isso é bobagem! Pois, o que a pessoa tem de aprender é que usamos “I’ll have…” quando falamos a um garçom em um restaurante (ou lanchonete) o que vamos querer. Temos então de aprender o significado (Eu quero…), o contexto (usado por um cliente em um restaurante ou lanchonete) e a estrutura natural (gramática de uso) em inglês (I’ll have…). Nada de se preocupar com o porquê de usarmos “will” e se podemos trocar por “going to“.

  • I’ll have the special.
  • I’ll have a hamburger.
  • I’ll have an orange juice.
  • I’ll have a slice of pizza.

Conclusão

Usando a criatividade você será capaz de ir observando outras mudanças que podem ser feitas dentro de inúmeras frases que for aprendendo. Se errar em alguma, você certamente aprenderá o certo uma hora outra e terá a chance de continuar escrevendo/falando do jeito certo.

Essa dica vale para simplesmente todos os níveis de aprendizado de inglês. Quanto mais cedo você começar a fazer isso, mais rápido e fácil será para você entender como formar frases em inglês.

Você pode ainda tentar acrescentar novas palavras a uma frase simples e assim aumentá-la. Por exemplo, você escreve a frase “I live in a house“. Agora pode acrescentar mais palavras a ela para dar uma melhorada:

» I live in a big house.
» I live in a comfortable house.
» I live in a beautiful house.
» I live in a modest house.
» I live in a very big and comfortable house.

Tudo o que escrevi acima pode ser encontrado em mais detalhes em meus três livros – Inglês na Ponta da Língua, Gramática de Uso da Língua Inglesa e Combinando Palavras em Inglês. Esse livros estão à venda em todo o Brasil (livrarias físicas e sites de vendas). Além dos livros, você pode ainda aprender muito mais participando do curso online Aprender Inglês Lexicalmente. Nele há muito mais dicas relacionadas ao aprendizado natural de inglês e o desenvolvimento da fluência. Se estiver interessado em participar, clique aqui para se inscrever.

Palavras que valem ouro: quais são elas?

Palavras que valem ouro!? Como assim!? Será que há palavras que valem ouro em inglês!?

Não! Não é nada disso!

Na verdade, estou escrevendo esta dica tomando como base um trecho do meu livro Inglês na Ponta da Língua – método inovador para melhorar o seu vocabulário. Trata-se de duas coisas que você – estudante de inglês – deve sempre manter em mente. Isso se quiser realmente aprender inglês. Então, vamos lá!

Palavras que Valem Ouro

Há duas palavras que valem ouro no aprendizado de inglês – ou qualquer outra coisa. São elas: MOTIVAÇÃO e REFLEXÃO. Duas coisas, que você tem sempre de mante em mente!

Não se assuste, você não está lendo mais um desses livros de auto-ajuda ou algo do gênero. A questão é que sem motivação e reflexão de nada adianta você pagar os olhos da cara por um curso de inglês, por uma viagem à Inglaterra, comprar livros e mais livros, assinar umas tantas revistas e sabe-se lá o que mais. Sem essas duas coisas, você simplesmente não passará das primeiras tentativas de aprendizado.

Se você não entende o que motivação e reflexão têm a ver com o fato de aprender inglês, vamos ver cada uma em separado.

Motivacão

Palavras Que Valem OutroMotivação é a mola propulsora do seu aprendizado (sucesso). Se você está realmente decidido a aprender inglês, você tem de estar motivado a fazer algo para ir aos poucos alcançando os resultados que deseja. Com a motivação correta você poderá estabelecer certos objetivos e fazer de tudo para atingir cada um deles. E isto sempre almejando o objetivo principal: falar inglês, ler em inglês, escutar bem em inglês, escrever em inglês, ser fluente em inglês.

Com uma série de pequenos objetivos a serem alcançados ao longo dos seus estudos de inglês, você poderá almejar um objetivo maior que é talvez fazer um teste de proficiência internacional: TOEFL, IELTS, CPE, CAE, FCE, Michigan e outros mais. Mas para isto a motivação tem de estar em alta e deve partir de dentro de você e não de fora. É você quem tem de querer e não os outros que têm de forçá-lo. Ou seja, aprender inglês tem que ser algo seu e não algo que te obriguem.

Motive-se a cada dia aprender um pouco mais e assim ficar cada vez mais com seu Inglês na Ponta da Língua.

Reflexão

Em segundo lugar temos a tal da reflexão. Ou, melhor dizendo, auto-reflexão.

Com frequência eu vejo pessoas reclamando que o curso de inglês delas é uma porcaria, que o professor é pésimo, que o livro não ajuda, que o CD é difícil de entender e muitas outras reclamações do tipo. O que estas pessoas estão fazendo é reclamar e não refletir.

Sempre aconselho meus alunos e alunas a fazerem uma auto-reflexão sobre o aprendizado deles. Peço a eles para que avaliem como estão se saindo e o que eles estão fazendo para contribuir com o progresso deles.

Incentivo-os a se perguntarem o seguinte:

  • Estou agindo como um bom aluno de inglês?
  • Estou indo à aula com a motivação correta ou obrigado?
  • Estou fazendo as atividades que o professor sugere?
  • Estou procurando praticar o que aprendo com meu colegas de classe?
  • Procuro tirar proveito de várias ferramentas à minha disposição para melhorar meu inglês?
  • Uso a internet, leio livros em inglês, assisto filmes com o intuito de aprender coisas novas, escuto músicas e procuro entender o que a letra diz?
  • Estou seguindo as dicas que o meu professor dá?

Essas são apenas algumas das perguntas que podem ser feitas. Claro que muitas outras perguntas.

Caso o estudante ou a estudante responda sim a todas essas perguntas, aí sim dou a eles o direito de reclamar do professor, da escola, do livro, da turma, etc. Mas antes eles devem fazer uma auto-reflexão. Para assim descobrirem como estão indo e o que estão fazendo para atingir seus objetivos. Afinal, não adianta reclamar dos outros se nós não estivermos fazendo a nossa parte.

Conclusão

Essas sao duas palavras que valem ouro no aprendizado de inglês: motivação e auto-reflexão. Sempre pense nisso quando estiver estudando inglês. Isso pode ajudar você a não desistir e, assim, realizar o seu sonho de falar inglês fluente.

Lembrando que este texto foi adaptado do livro Inglês na Ponta da Língua – método inovador para melhorar seu vocabulário, publicado pela Altabooks Editora. À venda nas maiores livrarias do Brasil.

Por que listening é difícil? Como resolver o problema?

Por que listening é difícil? No começo de um curso de inglês, você aprende inúmeras coisas: gramática, vocabulário, sentenças comuns, etc. Ao ouvir em um CD, por exemplo, você até consegue acompanhar uma coisa ou outra. Mas, quando tenta ouvir uma música, um filme, um seriado, uma conversa a coisa se complica. Essa dificuldade faz com que muita gente desista de aprender inglês.

Mas afinal, por que ouvir em inglês (listening) é assim tão complicado? O que torna essa habilidade algo tão difícil de ser dominada?

Por que listening é difícil?

São três pontos curiosos que tornam essa habilidade algo um tanto quanto complicado para ser dominada. Falo sobre cada uma delas abaixo. Será que você concorda? Preste atenção ao terceiro ponto e veja o que a ciência tem a dizer sobre isso!

Nativos falam rápido

Muita gente responde a essa pergunta dizendo que o problema está na velocidade na qual um nativo fala. Realmente, eles falam rápido. Mas, em português nós também falamos rápido e nos entendemos bem. Então, qual o problema da velocidade deles? Será que eles falam tão rápido assim ou será que o modo como aprendemos inglês nos deixa preguiçosos?

Nativos juntam as palavras

Por que listening é difícil?Outro motivo apresentado por alguns estudantes é o fato deles juntarem as palavras. Ou seja, nas escolas aprende-se a dizer “What are you going to do tomorrow?“. No entanto, na vida real o que se ouve é algo como “Whatcha gonna do t’morrow?“. Os estudantes aprendem a dizer “do you want to help them?“, mas os falantes nativos dizem “Wanna help’em?“. Algo como “did you eat yet?” pode se tornar “Djeat yet?“.

Temos aí dois problemas. O primeiro é que eles realmente juntam as palavras. O segundo é que geralmente ao aprender inglês as pessoas aprendem tudo separadinho e bonitinho. Assim, ao ouvirem um nativo falando naturalmente acabam se perdendo. Pois, eles falam rápido por juntarem as palavras e os estudante ouvem devagar por aprender palavra por palavra.

As duas razões apresentadas acima são realmente pontos que dificultam o desenvolvimento do listening. Porém, são pontos que você pode dominar com muita prática. Ou seja, aprender a ouvir inglês na velocidade que eles falam é algo que desenvolvemos com a prática. Aprender a ouvir as palavras (expressões, sentença, chunks of language, etc.) como eles pronunciam (juntando tudo) é algo que se conquista com o estudo da pronúncia reforçado com atividades de listening e speaking.

O curioso é que os pontos acima estão ligados também a algo que acontece dentro de nossa cabeça (cérebro) ao ouvirmos uma língua diferente. Como assim?

A Memória e os Neurônios

Sinapses

Você provavelmente já ouviu falar em neurônios. No cérebro há milhões e milhões de neurônios. Eles são responsáveis por um monte de coisas! Uma dessas coisas em especial é a formação de memórias. Ou seja, são os neurônios que registram tudo o que ocorre em nossa vida. Tudo o que ouvimos, lemos, vivenciamos, etc. As informações registradas por cada neurônio são passadas de um para o outro por meio de sinapses: os pontos onde os neurônios se comunicam). [Veja a imagem ao lado]

Creio que você esteja se perguntando o que é que neurônios tem a ver com listening. Continue lendo e você vai entender!

Seus neurônios guardam informações relevantes sobre tudo o que você aprende (formação de memórias). Tudo o que você vivencia e aprende é registrado na memória por causa dos neurônios.

Quando você escuta uma música e canta a música os seus neurônios estão fazendo sinapses (trocando informações entre si). Em resumo, inúmeros neurônios estão naquele momento trocando informações importantes para que você consiga lembrar a letra da música e cantá-la sem dificuldades. Isto tudo ocorre muito rápido!

Quando alguém fala com você, seus neurônios entenderão o que está sendo dito pois eles buscam as informações da língua portuguesa registrada em vários neurônios. Mas, o que acontece caso a pessoa fale uma expressão ou palavra que seus neurônios não reconhecem?

Eles tentarão encontrar a informação. Como a informação não existe, eles ficarão perdidos, sem saber o que está acontecendo. Ocorre aí aquele momento de confusão no cérebro no qual deixamos de entender o que a outra pessoa disse. E assim perdemos o rumo da conversa!

O que isso tem a ver com aprender inglês?

Com o inglês acontece justamente isso! A maioria dos estudantes querem ouvir tudo palavra por palavra e de modo bem vagaroso. Acostumam-se, claro, a ouvir sentenças como “What’s your name?“, “How are you?“, “Thank you!“, etc. Acostumam-se a ouvir uma pronúncia mais lenta e perfeita (I won’t help them.). Aí, ao tentarem ouvir um filme, uma conversa, etc., no ritmo natural acabam se perdendo. Ficam com aquela sensação de não saber o que está acontecendo.

Em outras palavras, os neurônios estão acostumados ao modo preguiçoso de ouvir a língua. Eles estão acostumados a ouvir palavras e expressões simples. Estão acostumados a montar tudo palavra por palavra e seguindo uma lógica gramatical (as regras gramaticais). Assim, quando caem no mundo real, a coisa se complica. O modo como as informações foram registradas e como elas estão surgindo são muito diferentes. Os neurônios não conseguem trabalhar rapidamente e se perdem. O estudante fica frustrado por não se capaz de acompanhar uma conversa normal.

A essa confusão mental somam-se o nervosismo, a ansiedade, a preocupação e o medo. Tudo isso faz com seu nível de estresse aumente e o seu listening seja prejudicado.

Como resolver isso?

Vários estudos hoje mostram que você deve aprender o inglês como ele realmente é desde o início (desde o básico). Não é decorando palavras e mais palavras ou regras e mais regras que você aprenderá a se comunicar (ouvir e falar) inglês como um nativo. Se você aprende uma sentença como “How are you doing?” (como você está?), deve aprender que eles dizem isso de várias maneiras: “how ya doin’?“, “how y doin’?“. Ou seja, eles não dirão, “how – are – you – doing?“. Um simples “my name is…” pode soar como “ma neims …“. Um “what’s up?” se torna “wazzup?“, “whaddup?” e várias outras maneiras.

Aprender essa pronúncia mais natural e prática-la ao máximo, ouvir a língua inglesa como ela é realmente falada no dia, estar ciente que o modo como eles pronunciam é geralmente diferente do modo como aprendemos nos livros ajudará seus neurônios a se acostumarem com o inglês de verdade. Registrar as informações da forma como ela será produzida na vida real é muito mais eficiente do que aprender regras e palavrinhas soltas ao longo do seu aprendizado.

Mudar o modo como você aprende inglês é a melhor saída para vencer essas dificuldades. Pense bem: se o modo como você tem estudado inglês até hoje não tem ajudado muito, será que não está na hora de mudar? Não está na hora de tentar um jeito diferente de aprender?

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