AT LEAST: significado e uso (dica c/ áudio)

O que significa a frase AT LEAST? Como usá-la corretamente no inglês falado? Continue lendo para aprender! 

Antes, vale dizer que eu já falei sobre essa expressão antes. Isso foi na dica Como dizer PELO MENOS em inglês. Portanto, assim que terminar de aprender algumas coisas a mais aqui sobre o uso de AT LEAST, você poderá ler a dica já publicada e aprender muito mais. Afinal, conhecimento demais nunca é pouco.

Ah! Caso você esteja sem muito tempo para ler esse texto e ouvir os exemplos, não tem problemas. Você pode simplesmente ouvir a dica. Para isso, basta clicar no player abaixo. Assim, fica muito mais fácil para você ficar cada vez mais com seu Inglês na Ponta da Língua.

Agora, sim! Vamos aprender sobre essa pequena expressão tão comum no inglês falado.

AT LEAST: significado

Acima você já deve ter visto – notado – que eu já dei a tradução (o significado). Caso não tenha percebido, anote aí que essa pequena expressão significa PELO MENOS. Essa é, claro, a equivalência mais próxima que temos para ela em português. Portanto, não tem muito segredo.

AT LEAST: significado e usoÀs vezes podemos ainda traduzir por NO MÍNIMO. Mas, no geral, trata-se de uma expressão de fácil entendimento e uso.

Para não ficarmos apenas nisso, saiba que essa expressão está entre as 500 expressões mais usadas no inglês americano falado. Isso significa que as chances de você ouvir alguém usando essa expressão é muito grande. Logo, vale mesmo a pena aprender a usá-la corretamente. Falando em uso, vamos para a próxima parte da dica.

Exemplos

  • It’ll cost at least R$400.00. (Vai custar uns R$400,00 no mínimo.)
  • You’ll have to wait at least an hour. (Você terá de esperar por pelo menos uma hora.)
  • About two-thirds of adults consult their doctor at least once a year. (Cerca de dois terços dos adultos vão ao médico pelo menos uma vez ao ano.)
  • It’s a small house but at least there’s a garden. (É uma casinha mas pelo menos tem um jardim.)
  • Well, at least you have a choice. (Bom, pelo menos você tem uma opção.)
  • You should at least try. (Você poderia pelo menos tentar.)

AT THE VERY LEAST

Para encerrar, saiba que AT THE VERY LEAST costuma ser usada no lugar de AT LEAST quando queremos enfatizar a ideia do PELO MENOS. Veja alguns exemplos:

  • The journey will take a year, at the very least. (A viagem vai durar um ano, no mínimo.)
  • I’ll be gone for two weeks, at the very least. (Vou ficar fora por no mínimo uma duas semanas.)
  • You could’ve told me at the very least. (Você deveria pelo menos ter me contado.)

That’s all for now guys! I hope you’ve enjoyed this tip. Take care and keep learning!

» Fontes:

True ou Truth? Qual a diferença?

Quando usar TRUE ou TRUTH? Qual a diferença entre TRUE e TRUTH? Se você ainda não sabe a verdade verdadeira sobre o uso dessas duas palavrinhas, chegou a hora de aprender.

TRUE ou TRUTH?

Aprender a diferença entre true e truth não é nada complicado. Afinal, é só lembrar que uma é adjetivo e a outra é substantivo. Calma! Vamos evitar os termos gramaticais e ir para a prática.

Papel e caneta na mão, pois chegou a hora de entender.

TRUE: significado e uso

TRUE significa VERDADEIRO, REAL, VERÍDICO. Portanto, é o adjetivo. Veja os exemplos:

  • We have to decide if what he says is true or false. (Temos de decidir se o que ele diz é verdadeiro ou falso.)
  • This movie is based on a true story. (Este filme é baseado em uma história verídica.)
  • The allegations, if true, could lead to her resignation. (As acusações, se verdadeiras, podem levar à sua exoneração.)
  • Everything I had heard about him was true. (Tudo o que ouvi sobre ele era verdadeiro.)
  • His true character was revealed. (Se verdadeiro caráter foi revelado.)
  • Maybe one day you’ll find true love. (Talvez um dia você encontrará o amor verdadeiro.)

TRUTH: significado e uso

True ou Truth? Qual a diferença?Por sua vez, TRUTH significa VERDADE. Trata-se do substantivo. Seguem exemplos:

  • We never found out the truth. (A gente nunca descobriu a verdade.)
  • You must tell me the truth. (Você tem de me falar a verdade.)
  • There is no truth in the reports of his resignation. (Não há nenhuma verdade nos relatos de sua renúncia.)
  • A reporter soon discovered the truth. (Um repórter logo descobriu a verdade.)
  • The article explains the truth about global warming. (O artigo explica a verdade sobre o aquecimento global.)
  • I swear by Almighty God that I will tell the truth, the whole truth and nothing but the truth. (Prometo pelo Deus Todo Poderoso que eu direi a verdade, somente a verdade e nada mais que a verdade.)

Onde está a confusão?

Se a diferença entre TRUE e TRUTH é só essa, então por que muitas vezes fazemos confusão?

O problema todo não está em inglês, mas sim em português. Não é um problema. Mas, tem a ver com o modo como usamos a palavra VERDADE.

Isso acontece pois muitas vezes VERDADEcomo se fosse adjetivo. Para perceber isso, basta observar algumas expressões que usamos no dia a dia.

Por exemplo, quando dizemos “É verdade que…?”,estamos querendo saber se algo é verdadeiro (verdade) ou não. Assim, em inglês o equivalente é “Is it true that…?”.

  • Is it true she got married last month? (É verdade que ela se casou mês passado?)
  • Is it true you’re leaving? (É verdade que você vai embora?)
  • Is it true they’re not coming to the party? (É verdade que eles não virão para a festa?)

Há ainda outros caso em português no qual usamos a palavra VERDADE como adjetivo.

  • But I didn’t invent the story. Everything I told you is true. (Mas, eu não inventei a história. Tudo o que eu disse é verdade.)
  • I didn’t know whether his story was true or not, but I decided to give him the benefit of the doubt. (Eu não sabia se a história dele era verdade ou não, mas decidi dar a ele o benefício da dúvida.)

Como aprender a diferença?

Quando palavras assim costumam causar confusão, a melhor coisa a fazer é aprender as expressões e palavras com as quais elas se combinam (collocations). Ou seja, ao invés de focar nas duas palavrinhas apenas, preste atenção em como elas são usadas.

Assim, você já sabe que para perguntar “É verdade que…?”, o certo em inglês é dizer “Is it true that…?”. Anote essa expressão (chunk) em um caderno, crie mais exemplos e acostume-se com ela.

Alguns collocations que você viu nos exemplos desta são:

  • tell the truth (contar a verdade, falar a verdade, dizer a verdade)
  • discover the truth, find out the truth (descobrir a verdade)
  • a true story (uma história real, uma história verídica)
  • one’s true carachter (o verdadeiro caráter de alguém)

Você pode aprender algumas frases de efeito e outros collocations:

  • That’s not the truth. (Essa não é a verdade.)
  • That’s not true. (Isso não é verdade. | Isso não é verdadeiro.)
  • To tell you the truth, … (Para ser honesto…, | Para dizer a verdade, …)
  • The moment of truth (a hora da verdade)
  • A grain of truth (um pingo de verdade)
  • An element of truth (um pingo de verdade)
  • The truth will out. (A verdade virá à tona.)
  • Nothing could be further than the truth. (Isso está bem longe da verdade.)
  • Learn the truth (ficar sabendo da verdade)

Conclusão

Enfim, com a ajuda de um bom dicionário, dedicação e tempo, você certamente aprenderá a usar TRUE ou TRUTH corretamente em inglês. O importante é não achar que isso é complicado e que você nunca aprenderá.

Acredite, eu durante muito tempo fiz confusão na hora de usar TRUE ou TRUTH. Mas, fui memorizando os chunks e collocations e hoje consigo usá-las sem problemas. So, don’t give up!

That’s all, folks! Take care and keep learning.

» Fontes

Chunks of Language: o que são e por que aprender?

Os chunks of language são o tema central dentro do curso Aprender Inglês Lexicalmente. Portanto, para matar um pouco a sua curiosidade, decidi escrever este texto falando um pouquinho sobre o que são e por que aprender chunks é importante.

O que são Chunks of Language?

Se traduzirmos ao pé da letra, chunks of language significa “pedaços de língua”. Mas, isso não ajuda muito, não é mesmo? Então, o melhor a fazer é entender a ideia.

De modo bem simples, chunks of language são grupos de palavras encontrados com frequência dentro de uma língua. Esses grupos de palavras possuem sempre uma estrutura fixa ou mesmo semifixa. Vamos entender isso melhor. Continue lendo!

As Estruturas Fixas

As estruturas fixas são geralmente usadas dentro de um ou mais contextos. Alguns exemplos de estruturas (sentenças) fixas são:

  • You’re welcome! (De nada!)
  • What do you mean? (Como assim?)
  • Go figure! (Vai entender!)
  • I’m sorry! (Sinto muito!)
  • Just a moment! (Só um momento!)
  • I don’t think so. (Eu acho que não.)
  • How are you doing? (Como você está?)

Enfim, são vários os exemplos de sentenças fixas. Alguns desses chunks são usados em contextos específicos e outros são usados em vários contextos. Há autores que chamam esses tipos de chunks de institutionalized sentences. Mas, vamos deixar esse detalhe de lado.

Os Chunks of LanguageEstruturas Semifixas (básico)

Já as estruturas (sentenças) semifixas são estruturas que podem ser mudadas de acordo com o que a pessoa pretende dizer. Um exemplo de sentença semifixa bem básico é a estrutura “What’s … name?”. No espaço em branco podemos completar com o que desejamos perguntar:

  • What’s your name? (Qual o seu nome?)
  • What’s his name? (Qual o nome dele?)
  • What’s her name? (Qual o nome dela?)
  • What’s his father’s name? (Qual o nome do pai dele?)
  • What’s her husband’s name? (Qual o nome do marido dela?)

Esse é um exemplo bem simples. Na verdade, os chunks chamados de sentenças semifixas podem ficar bem mais “complicados”.

Sentenças Semifixas (intermediário e avançado)

Por exemplo, “If I were you, I’d…” (Se eu fosse você, eu…) que tem uma estrutura gramatical considerada de nível intermediário e é preciso um pouco mais de vocabulário (léxico) para completar a ideia:

  • If I were you, I’d never do that. (Se eu fosse você, eu jamais faria isso.)
  • If I were you, I’d talk to them. (Se eu fosse você, eu iria falar com elas.)
  • If I were you, I’d study for the exam. (Se eu fosse você, eu estudaria para a prova.)
  • If I were you, I’d find a way to help John. (Se eu fosse você, procuraria um jeito de ajudar o John.)

Os exemplos dados acima são apenas uma gota no oceano. Pois, essa ideia de chunks of language vai muito além de sentenças fixas e semifixas. Podemos ainda colocar collocations, idioms, phrasal verbs, polywords e outros tipos de chunks of language que fazem uma grande diferença no modo como aprendemos inglês.

Por que aprender chunks é importante?

Chunks of LanguagePesquisas recentes na área de aquisição de uma outra língua mostram que os chunks of language ajudam no desenvolvimento da fluência. Ou seja, ao invés de ficar decorando regras gramaticais e palavras soltas, o desenvolvimento da fluência ocorre com a quantidade de chunks que você aprende.

Em outras palavras você começa a falar inglês naturalmente sem a necessidade de decorar regras gramaticais e ficar encaixando palavras soltas dentro dessas regras.

Desenvolvendo Speaking , Listening e Pronúncia

Quando eu entendi a ideia de chunks of language e comecei a aplicá-la em meus estudos de inglês, meu inglês melhorou muito. O aprendizado de chunks ajudou minha memória a encontrar mais rapidamente o que eu pretendia dizer. Isso fez com que meu speaking melhorasse de modo considerável.

» Leia também: A Memória no Aprendizado de Inglês

Meu listening também se desenvolveu. Pois, ao assistir a um filme ou seriado e ao ouvir uma música, eu não ficava mais tentando identificar palavras soltas. O meu ouvido ia se acostumando com os chunks e isso me ajudava a compreender melhor tudo o que eu ouvia.

Como eu aprendia o conjunto de palavras, minha pronúncia também ficou mais fluída. Afinal, eu não precisava pronunciar as palavras isoladamente; na verdade, eu pronunciava os chunks e isso dava mais naturalidade ao meu jeito de falar inglês.

Adquirindo a Gramática Natural

Um grupo de pesquisadores do MIT notou que o aprendizado de chunks of language ajuda também no desenvolvimento gramatical. Nesse caso, é preciso diferenciar a gramática normativa (aquela dos livros e atividades) e a gramática de uso (o modo como as pessoas falam no dia a dia).

Quando você aprende chunks of language, você naturalmente vai aprendendo a grmática. Isso sem ficar fazendo análises e dando nomes às regras: Present Perfect, Gerund, Passive Voice, Past Simple, Past Participle, etc. Você simplesmente aprende a usar a língua.

Enfim, os benefícios de se aprender inglês com a ajuda das ideias dos chunks of language são grandiosos. O modo de aprender inglês fica mais divertido, dinâmico, rápido e interessante. O estudante não fica fazendo atividades de regras gramaticais e listas de palavras soltas. Com os chunks of language o aprendizado de inglês atinge outro nível.

Conclusão

Aprender chunks of language muda por completo o modo como você aprende inglês e desenvolve todas as habilidades: speaking, listening, reading e writing.

Portanto, trata-se de algo que você deve aprender bem sobre o que se trata e como aprender cada vez mais e mais.

Aqui no Inglês na Ponta da Língua, há livros, ebooks e cursos sobre o assunto. Portanto, acompanhe nossas dicas para ficar por dentro deste universo e, assim, aprender inglês de verdade.

Até a próxima.

A MINHA VONTADE É DE em inglês: como dizer isso?

Como dizer A MINHA VONTADE É DE em inglês? Certa vez um aluno que tive tentou dizer isso em inglês e acabou fazendo uma confusão danada. Ele tentou apenas traduzir a expressão para o inglês palavra por palavra. Então, para você não cair no mesmo erro, continue lendo a dica.

A MINHA VONTADE É DE em inglês

Uma expressão que pode cair bem para expressar essa ideia é:

  • I’ve a good mind to…

Essa expressão é geralmente usada quando alguém fica com uma tremenda vontade de fazer algo, mas não está tanto certo de que realmente o fará.

Exemplos:

  • I’ve a good mind to tell him the truth. (A minha vontade é de contar a verdade para ele.)
  • I’ve a good mind to call the police. (A minha vontade é de chamar a polícia.)
  • I’ve a good mind to report you to the Consumer Rights Association. (A minha vontade é de denunciar você no PROCON.)
  • I’ve a good mind to tell your parents what you’ve done! (A minha vontade é de contar aos seus pais o que você fez.)
  • I have a good mind to leave you here all alone. (A minha vontade é de deixar você aqui sozinho.)

A Minha Vontade é De em InglêsAnote aí também, que você pode dizer I got a good mind to…:

  • I got a good mind to beat him. (A minha vontade é de descer a porrada nele.)
  • I got a good mind to find another job. (A minha vontade é de arranjar outro emprego.)
  • I got a good mind to give up living. (A minha vontade é de deixar de viver.)

Além de I’ve a good mind to, outra expressão que pode ser usada também nesse contexto é I have half a mind to:

  • I’ve half a mind to drop the course. (A minha vontade é de largar o curso.)
  • It’s the second time this month I’ve caught you smoking. I’ve half a mind to report you to your parents! (Essa é a segunda vez este mês que pego você fumando. A minha vontade é de entregar você pros seus pais.)
  • I have half a mind to tell her what I really think of her. (A minha vontade é de falar a ela o que eu realmente acho dela.)

Você certamente já entendeu isso, né? Mas, e se o que você quer dizer é algo como “a vontade dele é de…”, “a vontade dela é de…”, “a nossa vontade é de…”, ou “a vontade deles é de…”? O que dizer nesses casos?

» Leia também: Qual a diferença entre HAVE e HAVE GOT?

Usando a expressão de outros modos

Quando você quiser expressar a vontade dos outros, tudo o que você deverá fazer é mudar o pronome. Veja:

  • She’s got a good mind to… (A vontade dela é de…)
  • He’s got a good mind to… (A vontade dele é de…)
  • We’ve got a good mind to… (A nossa vontade é de…)
  • They’ve got a good mind to… (A vontade deles é de…)

Caso a sua vontade é de expressar a ideia no passado – a minha vontade era de… –, basta colocar o verbo have no passado: had.

  • I had a good mind to… (A minha vontade era de…)
  • We had a good mind to… (A nossa vontade era de…)

Enfim, você já deve ter entendido!

Como você pode notar, dizer A MINHA VONTADE É DE em inglês não é nada tão complicado. Basta se acostumar com a expressão. Para isso, procure por mais exemplos e escreva alguns exemplos seus. Assim, você vai ficar cada vez mais com seu Inglês na Ponta da Língua.

O que significa THERE’S NO TELLING?

A expressão (chunk of language) THERE’S NO TELLING costuma aparecer no inglês falado (spoken English) com certa naturalidade e frequência. Portanto, continue lendo esta dica para aprender como usar e o que significa THERE’S NO TELLING.

»» Vá até o final desta dica e assista ao vídeo no qual o prof. Denilso de Lima fala sobre essa expressão. ««

Significado

Indo direto à tradução, anote aí que THERE’S NO TELLING em português equivale a NÃO TEM COMO DIZER, NÃO DÁ PRA DIZER.

Exemplos

  • There’s no telling what you can do when you get inspired. (Não dá pra dizer o que você consegue fazer quando se sente inspirado.)
  • There’s no telling what will happen from now onw. (Não tem como dizer o que vai acontecer daqui em diante.)
  • There’s no telling if it will ever become a reality. (Não dá nem pra dizer se isso se tornará uma realidade.)
  • He’s very unpredictable. So, there no telling how he’ll react. (Ele é muito imprevisível. Então, não dá pra dizer como ele reagirá.)
  • There’s no telling how long the strike will last. (Não dá pra dizer quanto tempo a greve vai durar.)

Outras Expressões

O que significa THERE'S NO TELLING?Além de THERE’S NO TELLING, saiba que também temos outras expressões que podem ser usadas com o mesmo sentido:

  • THERE’S NO KNOWING (Não tem como saber; Não dá pra saber)
  • THERE’S NO SAYING (Não tem como dizer; Não dá pra dizer)

Seguem abaixo alguns exemplos:

  • There’s no knowing the exact number of victims. (Não tem como saber o número exato de vítimas.)
  • There’s no knowing what he gets up to in his spare time. (Não dá pra saber o que ele faz em seu tempo livre.)
  • There’s no saying what they might be capable of achieving. (Não dá pra dizer o que eles poderão conseguir.)
  • There’s no saying whether these two are just friends or something more. (Não tem como dizer se esses dois são apenas amigos ou algo mais.)

That’s it, boys and girls! Agora vocês já sabem o que significa THERE’S NO TELLING e também como usar essa expressão. Veja que não há muito segredo.

Portanto, anote aí em seu caderno de vocabulário. Procure por mais exemplos. Pratique. Fique com esse chunk na ponta da língua.

Take care and keep learning!

Como dizer VIVER FAZENDO em inglês?

Nós que vivemos aprendendo inglês sempre nos deparamos com algo que nos faz pensar como aquilo é dito, não é mesmo? Recentemente me perguntaram como dizer viver fazendo em inglês. Algo que falamos naturalmente em português e que muita gente não faz a menor ideia de como dizer em inglês. Portanto, vamos aprender isso nesta dica.

Para facilitar o assunto, seguem abaixo alguns exemplos do que estou querendo dizer com esse viver aprendendo:

  • Ela vive reclamando.
  • Eu vivo falando isso para ele.
  • Ele vive perdendo as coisas.
  • Eles vivem perdendo tempo.
  • Você vive contando piadas.

Agora que você tem uma ideia melhor do assunto, vamos aprender como é esse viver aprendendo em inglês.

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Se você acha que o certo é traduzir ao pé da letra – live doing – pode ir esquecendo. Bom seria se fosse tão simples assim! Mas, o bom da história é que para expressar essa ideia em inglês é muito simples. Basta usar a fórmula abaixo:

be always doing

Viver fazendo em inglêsAssim, as sentenças em português acima ficarão assim em inglês:

  • She’s always complaining about life and everything.
  • I’m always telling him that.
  • He’s  always losing things.
  • They’re always wasting time.
  • You’re always telling jokes.

Claro que você vai dizer algo como, “Ok, Denilso, mas isso é como dizemos ‘estar sempre fazendo’; então, não é mais simples traduzir assim?”.

Concordo com você! Acontece que muitas vezes no português do dia a dia nós ouvimos muito esse viver fazendo; portanto, quando você estiver falando inglês saiba que a ideia será expressa fazendo uso desse be always doing. Lembre-se que não dá para aprender uma outra língua fazendo a relação 1 = 1. Ou seja, uma língua nem sempre será um cópia exata da outra, por assim dizer.

Então, acostume-se com o fato de que para dizer viver fazendo em inglês, o mais natural e usual é usar o chunk be always doing. Seguem alguns exemplos mais elaborados para ajudar você a ficar com isso na ponta da língua.

» Leia também: Regras para acrescentar ~ing aos verbos

  • My mom is pretty disorganized. She’s always losing things. (Minha mãe é bem desorganizada. Ela vive perdendo as coisas.)
  • Everyone in my family loves music. We’re always singing together. (Na minha família todo mundo adora música. A gente vive cantando juntos.)
  • I have a friend who’s totally unreliable. He’s always canceling plans at the last minute. (Eu tenho um amigo que não dá muito para confiar. Ele vive cancelando os planos no último minuto.)
  • Mike’s always complaining he’s broke, but he’s always buying things for his car. (Mike vive reclamando que não tem dinheiro, mas ele vive comprando coisas para o carro.)
  • Why are you always doing this to me? I just can’t stand it anymore. (Por que você vive fazendo isso comigo? Eu simplesmente não aguento mais.)
  • Why is she always crying? What’s the matter with her? (Por que ela vive chorando? Qual é o problema?)

» Leia também: O Verbo To Be no Present Simple

Caso você queira expressar essa ideia no passado, basta colocar o verb to be no passado:

  • Her kids were always doing something wrong. (As filhas dela viviam fazendo coisa errada.)
  • We were always trying to help them. (A gente vivia tentando ajudá-los.)
  • Why were you always telling him he was a jerk? (Por que você vivia dizendo a ele que ele era um babaca?)

That’s it for now! Agora que você já sabe como dizer viver fazendo em inglês, o jeito é criar mais alguns exemplos e assim fazer com que essa estrutura faça parte do seu vocabulário ativo. Ou seja, colocá-lo em prática sempre que tiver a oportunidade para isso. Até a próxima! 😉

Como dizer já que é pra em inglês?

Já que é pra aprender inglês, vamos aprender também como dizer já que é pra em inglês.

Indo direto ao assunto, anote aí que a expressão em inglês, por mais estranho que possa parecer, é:

since we’re ~ing, …

Para facilitar, vamos aos exemplos:

  • Since we’re talking about this, I’ll tell mom what you did last night. (Já que é pra falar sobre isso, vou contar pra mamãe o que você fez ontem à noite.)
  • Since we’re being honest, I have to tell you that I was wrong about Carla. (Já que é pra ser honesto, tenho de te dizer que eu estava errado em relação à Carla.)
  • Since we’re doing this, let’s do it right. (Já que é pra fazer isso, vamos fazer certo.)
  • Since we’re sharing tattoos, here’s mine. (Já que é para mostrar tatuagens, olha aqui a minha.)
  • Since we’re sharing secrets, let me tell you mine. (Já que é pra compartilhar segredos, deixa eu te contar o meu.)
  • Since we’re working together, let’s be more open with each other. (Já que é pra trabalhar juntos, vamos ser mais abertos um com o outro.)
  • Since we’re making an impact, let’s do it my way. (Já que é pra causar impacto, vamos fazer do meu jeito.)

Como dizer JÁ QUE É PRA em inglês?A essa altura, você deve estar pensando, “Pera aí! Será que não dá para traduzir isso por ‘já que estamos fazendo algo…’?

A verdade é que é isso mesmo! Muitas vezes, se a ideia for traduzir do inglês para o português, o melhor a fazer é usar o “já que estamos”:

  • Since we’re talking about this, I also have a couple of things to say. (Já que estamos falando sobre isso, eu tenho de dizer algumas coisas também.)
  • Since we’re working on the same project, we should share ideas more often. (Já que estamos trabalhando no mesmo projeto, a gente deveria trocar ideias com mais frequência.)
  • Since we’re doing this, let’s try and learn something from it. (Já que estamos fazendo isso, vamos tentar aprender aprender algo.)

O fato que não tem como verter esse nosso “já que é pra” palavra por palavra em inglês. Essa é uma frase muito nossa. Logo, em inglês, é preciso achar algo que chegue perto. E, na maioria dos caso, “since we’re ~ing, …” cumpre bem papel para expressar a ideia de já que é pra em inglês.

Agora que você já sabe como dizer já que é pra em inglês, que tal continuar aprendendo como se diz outras expressões e frases curiosas em inglês? Escolha a de seu interesse na lista abaixo.

O Cérebro e o Aprendizado de Palavras Vazias

No livro “Inglês na Ponta da Língua – Método Inovador Para Melhorar Seu Vocabulário” (pp. 49-60), um dos assuntos tratados é o aprendizado de “Palavras Vazias”. Você pode estranhar isso, mas continue lendo para entender que se trata de algo que tem tudo a ver com a aquisição natural de uma língua.

O que são palavras vazias?

De modo bem simplificado, palavras vazias são palavras que vistas isoladamente parecem não significar muita coisa. Uma maneira mais simples de entender o que são palavras vazias é falando sobre as palavras que possuem um significado direto.

Ao ouvir/ler a palavra “cachorro“, você é capaz de mentalmente visualizar a imagem de um “cachorro“. Portanto, podemos dizer que a palavra “cachorro” não é uma palavra vazia. Somos capazes de imaginar a que ela se refere. Mas, veja o caso da palavra “tomar“. O que significa “tomar“?

Alguém poderá dizer que “tomar” significa “beber”, mas quando vemos essa palavra em uso, notamos que seu significado não é tão preciso assim:

  • tomar água, tomar café, tomar cerveja
  • tomar um ônibus
  • tomar uma atitude
  • tomar um rumo na vida
  • tomar algo de alguém
  • tomar coragem
  • tomar uma paulada, tomar uma cacetada
  • tomar satisfação com alguém
  • tomar uma bronca, tomar uma surra

Palavras VaziasEm inglês, a ideia é a mesma. Palavras como “dog“, “house“, “table“, “drink“, “sit” e outras tantas são palavras que conseguimos visualizar uma imagem. Por outro lado, palavras como “of“, “from“, “to“, “for“, “just“, “only“, “all“, “as” e muitas outras são palavras que não conseguimos criar uma imagem. Essas palavras possuem vários usos e até mesmo significados. São, então, palavras vazias.

Como aprender as palavras vazias?

Visto que essas palavras vazias são “chatinhas”, como podemos aprendê-las? O que fazer para adquiri-las naturalmente? Para responder a essas perguntas, faça a atividade abaixo. Basta escolher a palavra que, de acordo com seu cérebro, melhor completa a frase:

Where are you ___?

a. of
b. from

Você certamente respondeu que a melhor palavra é “from“. Agora, responda-me o seguinte: por que você escolheu a palavra “from“? O que veio à sua cabeça para escolher essa palavra? Você pensou em uma regra? Você seguiu alguma lógica? Tente responder essas perguntas para si mesmo.

O cérebro e as palavras vazias

Eu acredito que você escolheu “from” pois naturalmente é a palavra que você acha ser a correta. Afinal, você aprendeu que para dizer “de onde você é?” em inglês o certo é “where are you from?“. Seu cérebro, desde que se deparou com essa frase pela primeira vez, a registrou da forma como ela é. Não foi necessário fazer a análise sintática da oração. Você – seu cérebro – simplesmente aprendeu o conjunto, o significado e o uso dessa expressão naturalmente.

Vários linguistas (mais precisamente neurolinguistas) afirmam que as palavras vazias são adquiridas naturalmente pelos falantes de uma língua ao longo da vida. De tanto ouvi-las sendo usadas em expressões e frases cotidianas o cérebro acaba registrando o bloco de palavras (chunk) de modo natural. As pessoas as adquirem naturalmente sem pensar em regras ou fazer a análise sintática de seus usos.

Para comprovar isso, complete as sentenças abaixo [use as palavras que seu cérebro manda de primeira]:

  • Eu sonhei ______ você noite passada. Foi muito estranho.
  • Depois do show, nós fomos ______ casa.
  • Isso foi feito ______ São Paulo.
  • Eu sonho ______ viajar ao redor do mundo um dia.
  • Eu acho que isso é feito ______ papel e cola.
  • Mas eu não vou fazer isso ______ jeito nenhum.

As palavras geralmente usadas são: com, para, em, em, de/com, de. Note que o cérebro automaticamente se encarregou de usar a palavra que melhor completa cada frase. Não foram regras gramaticais que serviram de base para completá-las.

Mas, e daí?

Afinal, onde quero chegar com isso?

Quando alguém, que estuda inglês, faz perguntas do tipo “quando usar to ou for?“, “quando usar from ou of?“, “qual o significado de get?“, “quando usar in, on, at?“, a resposta que mais deveria fazer sentido é essa sobre como o cérebro aprende/adquire essas palavras. Isto é, ele aprende/adquire-se naturalmente e não lendo listas e mais listas de explicações.

Em português, somos capazes de usar palavras vazias – de, com, para, tomar, ficar, etc. – naturalmente. Nós as entendemos quando lemos ou ouvimos algo. Nós as falamos sem para pensar se deve ser “de”, “com” ou “em” naquele momento. Conseguimos usá-las com naturalidade; pois, ao longo da vida sempre ouvimos coisas como “tomar uma atitude“, “ficar cansado“, “sonhar com alguém“, “sonhar em fazer algo“, “tomar uma decisão“, “ir de ônibus” e coisas assim.

Logo, ao aprender inglês, as pessoas deveriam ter em mente que palavras vazias como “get“, “all“, “as“, “have“, “like“, “from“, “of“, “to“, “for” e outras devem ser adquiridas naturalmente conforme se envolvem cada vez mais e mais com a língua inglesa. Ao invés de focar única e exclusivamente em quando usar “to” ou “for“, faz mais sentido para o cérebro aprender o bloco de palavras (chunk) no qual essas palavras vazias aparecem.

Mais Exemplos

Por exemplo, ao se deparar com a frase “It depends on the weather“, o estudante deve entender naturalmente (sem querer saber o porquê) que em inglês dizemos “depend on“, mas em português dizemos “depender de“. É diferente! Para deixar o cérebro mais ciente disso, o ideal é procurar por mais exemplos e anotá-los em um caderno:

  • Your grade will depend on your homework.
  • Elderly parents often depend on their adult children.
  • Their future depends on how well they do in these exams.
  • She began to sing as if her life depended on it.

Cérebro e as Palavras Vazias

Portanto, o cérebro precisa assimilar naturalmente que em inglês é “depend on” e não “depend of“.

De acordo com os linguistas e neurolinguistas, é muito mais fácil e prático entender que em inglês é “depend on” e pronto. Tentar entender o(s) porquê(s) pode acabar atrapalhando e causando desistências. Além de aprender que é daquele jeito, vale à pena também procurar por mais exemplos e adquirir o usos dessas dessas de modo natural.

Outro exemplo está em “from now on“, cujo significado é “de agora em diante“. Já tive alunos que queriam saber se poderiam dizer “of now on” ou “from now in“. Quando eu dizia a eles que não podiam, pois em inglês o mais comum e natural é “from now on“, eu os ouvia dizendo “Mas, por quê? Como assim? Que frescura!

O que temos de entender é a língua inglesa é assim. E a língua portuguesa é diferente. Ambas possuem palavras vazias. O cérebro as adquire naturalmente conforme o envolvimento com a língua vai aumentando. Em português, aprendemos quando criança. Foi uma aquisição natural. Em inglês, a aquisição pode ser natural também. Claro que o processo é um tanto quanto diferente, mas o modo central é praticamente o mesmo: ouvir/ler algo assimilar o significado e o uso, repetir, reencontrar e seguir a caminhada de modo mais suave.

Conclusão

Assim, como você (seu cérebro) sabe que o correto (natural) é dizer “Where are you from?“, deve-se também aprender as demais expressões (sentenças fixas e semi-fixas), blocos (chunks), combinações (collocations), polywords, etc., com palavras vazias de modo natural. Procurar entender o porquê de ser assim e não assado poderá mais atrapalhar do que ajudar.

O cérebro aprende essas palavras vazias de modo natural de tanto encontrá-las em textos e conversas. Elas, em conjunto com as outras palavras, são registradas no cérebro do modo como são. Quando passamos a fazer isso sem nos preocuparmos com os inúmeros porquês, a fluência em inglês começará a se desenvolver com muito mais naturalidade. Não é da noite para o dia; mas, certamente acontecerá.

BIBLIOGRAFIA (apenas autor e obra)

  • Lewis, Michael. Teaching Collocations – further developments in the Lexical Approach.
  • Lightbown, Patsy e Spada, Nina. How Languages Are Learned.
  • Lima, Denilso de. Inglês na Ponta da Língua – método inovador para melhorar o seu vocabulário.
  • Oliveira, Rui de. Neurolinguística e o Aprendizado da Linguagem.
  • Schmitt, Norbert. e McCarthy, Michael. Vocabulary: Description, Acquisition and Pedagogy.
  • Thornbury, Scott. Uncovering Grammar.
  • Thornbury, Scott. Beyond the Sentence: introducing discourse analysis.
  • Ullman, Michael. Contributions of Memory Circuits to Language: the declarative/procedural model.
  • Ullman, Michael. The Neural basis of Lexicon and Grammar in First and Second Language: the declarative/procedural model.
  • Ullman, Michael. A Cognitive Neuroscience Perspective on Second Language Acquisition: the declarative/procedural model

O que significa “be that as it may”?

A dica de hoje poderia ter também o seguinte título “Como é que se diz ‘seja como for’ em inglês?”. Afinal a expressão “be that as it may” é usada justamente com esse sentido em inglês.

Como você pode ver já no primeiro parágrafo eu disse o que significa a expressão. Portanto, creio que agora só me resta dar alguns exemplos para que você possa ter uma ideia de como essa expressão é usada em inglês.

  • Be that as it may, I still cannot help you. (Seja como for, eu ainda assim não posso te ajudar.)
  • Be that as it may, I can’t take your place on Monday. (Seja lá como for, eu não posso substituir você na segunda-feira.)
  • Be that as it may, we are not going to permit the party to take place. (Seja como você, nós não permitiremos que a festa aconteça.)
  • l am sorry to hear about your troubles, but, be that as it may, you still must carry out your responsibilities. (Sinto muito em saber de seus problemas, mas, sejá lá o que for, você ainda assim deve assumir suas responsabilidades.)

A expressão “be that as it may” é considerada um clichê em inglês. Ou seja, é algo que todo mundo usa do jeitinho que é. Sem tirar e nem colocar nada! Portanto, acostume-se com ela. Crie seus próprios exemplos. Procuro por mais exemplos. E sempre que tiver a oportunidade de usá-la, faça isso. Afinal, practice makes perfect (a prática leva à perfeição).

How about organizing a Lexical Notebook?

Other bloggers have already written about having a notebook. You know, a notebook to write the grammar rules you learn, the list of words you may draw up, and so on. Now, let me give you a better idea. Let me tell you about a Lexical Notebook.

Don’t worry! A Lexical Notebook is a kind of personal dictionary that you compile for your own use. On that personal dictionary [your Lexical Notebook], you note down any chunks of language, collocations, idioms, common phrases, phrasal verbs, words, etc you may find interesting. Do not write any grammar rules on it. It’s a Lexical Notebook, not a Grammar Notebook!If you want to have a Lexical Notebook [I really hope you do], you have to learn how to organize it. One way to do so is as it follows.

The very first thing to be done is, of course, buy a small notebook (or a notepad, which is smaller). In my humble opinion, a notepad [caderneta] is way better. The choice is all yours! You can get the one you really like. The most important thing is that you have to feel comfortable with it.

Secondly, organize it in an alphabetical order. Separate 3 to 5 pages to one letter of the alphabet. Some letters – ‘k’, ‘x’, ‘y’ and ‘z’ – don’t deserve too many pages, because there aren’t many chunks or words starting with them [in Portuguese].

 

Organizing a Lexical NotebookThird, start writing some words on your Lexical Notebook. Don’t write the word in English and then its equivalence into your language. Do the opposite! Note down the chunks in your language first and then in English. The example below takes into account speakers of Brazilian Portuguese:

  • Se você não se incomodar – if you don’t mind
  • Você alguma vez já foi a…? – have you (ever) been to…?
  • Na minha humilde opinião, (…) – In my humble opinion, (…)
  • e assim por diante – … and so on.
  • Uma vez na vida outra na morte – once in a blue moon
  • Significar – stand for

All the chunks above should be written in the right place on your Lexical Notebook. I mean, in the right letter: S, V, N, E, U, S. Another tip: write an example or any curiousity about the chunk/word you write down. An example is “significar – stand for“. If I had to write it on my Lexical Notebook, I’d have it like this:

Significar – stand for

      example 1: What does “UN” stand for?
      example 2: UN stands for United Nations.
    curiosity: “stand for” is a phrasal verb and it is usually used as a reference to abbreviations.

This is a wonderful way to improve your vocabulary in English. It’s also a great opportunity to get yourself organized. If you want to know more about organizing the way you learn English and your Lexical Notebook read the book below [click on the picture to get more info about it].

Inglês na Ponta da Língua