5 Dicas Para Desenvolver a Fluência em Inglês

Tornar-se fluente em inglês! Este é o desejo de todo mundo que começa a estudar inglês.

A pessoa se dedica por horas e horas. Decora regras e termos gramaticais. Faz inúmeras atividades. Lê textos. Assiste a filmes e seriados. Salva dicas e mais dicas. Enfim, dedica-se. Mas, a tal da fluência parece não acontecer. Por quê?

Quando eu comecei a estudar inglês (sozinho e sem muitos recursos), eu fazia justamente o que a maioria sempre faz. Só que conforme eu fui vendo que aquilo não funcionava tanto, eu comecei a fazer algumas coisas ao longo do meu dia para que minha fluência em inglês fosse se desenvolvendo.

O segredo – se é que podemos falar assim! – não está em estudar apenas uma ou duas horinhas por dia. Na verdade, o que vai fazer a grande diferença é o ato de colocarmos em prática tudo aquilo que aprendemos. A grande pergunta é: como fazer isso?

5 dicas Para Desenvolver a Fluência em Inglês

Nesta dica, compartilho 5 coisas que me ajudaram a desenvolver a fluência em inglês. São coisas simples e fáceis de serem colocada em pratica ao longo do seu dia a dia. Por exemplo, uma dessas coisas que eu fazia era ter um amigo imaginário.

Eu criava diálogos em minha cabeça – às vezes escrevia em um caderno – e os praticava comigo mesmo. Eu até mudava o tom da voz para dar a impressão de que eram duas pessoas conversando. Isso me ajudou muito. Pois, embora fosse algo “falso“, eu consegui memorizar chunks of language que na vida real me foram muito úteis.

Outra coisa que eu fazia era descrever pessoas ou os locais onde eu estava. Por exemplo, se eu estivesse na fila do banco, eu escolhia uma pessoa e a descrevia usando todo o inglês que eu sabia. Quando estava dentro do ônibus indo para o trabalho ou casa, eu descrevia alguém ou mesmo os locais por onde passava.

Pode parecer loucura, mas essas coisas me ajudavam a manter o inglês que eu aprendia. Eu tinha minhas horas formais de estudos com livros e dicionário em casa, mas ao fazer essas coisas fora desses horários fazia com que o meu aprendizado fosse usado de modo mais natural. Assim, eu mantinha meu cérebro “pensando” em inglês mesmo morando no Brasil e sem ter com quem conversar.

» Leia também: Dicas para pensar em inglês

Quer saber quais eram as outras coisas que eu fazia? Então, assista ao novo vídeo em nosso canal no Youtube. Depois de assistir, deixe lá o seu comentário. Clique na imagem abaixo!

Assista ao vídeo para aprender mais!

5 Dicas Para Desenvolver a Fluência em Inglês

Lembre-se: você não precisa colocar essas 5 coisas em prática de uma só vez. Escolha uma e acostume-se com ela. Depois, pegue outra e vai se acostumando com ela também. O objetivo é fazer com o inglês que você aprende seja usado fora do ambiente formal de estudos. Tenho certeza que isso fará uma grande diferença no desenvolvimento de sua fluência.

Well, that’s it! I really hope you enjoy the tips! So, take care and keep learning.

Best wishes,

Prof. DenilsoInglês na Ponta da Língua

O que são FILLERS no inglês falado? Aprenda aqui!

O que são FILLERS no inglês falado? Você já ouviu falar sobre isso? De modo bem direto, saiba que os FILLERS são essenciais no desenvolvimento da fluência em inglês. Portanto, independentemente do seu nível de inglês – básico, intermediário ou avançado –, você precisa saber sobre eles. Não é algo que você começará a usar naturalmente após aprender nesta dica; mas, certamente ficará mais consciente sobre eles. Então, continue lendo!

» Assista ao vídeo referente a este assunto no final desta dica ou clicando aqui.

O que são FILLERS?

Ao contrário do que muita gente acredita, ser fluente em inglês nada tem a ver com falar rápido e sem parar. Ou seja, ser fluente em inglês não é o mesmo que falar feito uma metralhadora. Nos estudos sobre o assunto, os estudiosos notaram que todo falante nativo faz uso de pausas enquanto conversa naturalmente com alguém ou fala sobre um assunto. Assim, hoje sabemos que fazer pausar de modo adequado e nos momentos certo ao longo de uma sentença é uma das características da fluência.

No entanto, para manter a fluência – a fala fluindo naturalmente – os falantes precisam evitar que as pausas sejam frequentes, longas e silenciosas. Caso as pausas sejam assim, a conversa fica cansativa, estranha e até meio sem sentido em alguns casos. Assim, para evitar que as pausas ocorram dessa maneiras estranha, os falantes nativos fazem uso natural – e até mesmo inconsciente, sem perceber – de um recurso que nós chamamos de FILLERS, também conhecido como PAUSE FILLERS (preenchedores de pausa) ou GAP FILLERS.

Portanto, os FILLERS são estratégias que um falante usa ao longo da fala para evitar que as pausas sejam longas, frequentes ou silenciosas. Além disso, os FILLERS são geralmente usados de modo imperceptível por parte de quem fala e quem ouve sabe que eles não são importantes na mensagem sendo comunicada.

Os principais fillers em inglês?

O que são FILLERS?Em inglês, assim como em qualquer outra língua, os FILLERS são palavras ou expressões usadas no meio das sentenças com o objetivo de preencher as pausas em uma sentença sendo falada.

Não basta saber o que são FILLERS, você tem de aprender quais são os principais. Então, anote aí!

  • Uh, ummm, er, erm, well, actually, you know, I mean, so, okay, right, sort of, kind of, like

Essas pequenas palavrinhas são os FILLERS mais comumente encontrados ao longo de uma conversa natural em inglês. Se você gosta de assistir a filmes, seriados, entrevistas, etc., em inglês, certamente os ouvirá sendo ditos de modo espontâneo. Tudo o que você tem a fazer é ouvir inglês e ir se acostumando com eles.

Agora que você sabe o que são FILLERS e quais os principais, está na hora de aprender como eles funcionam na prática.

» Leia também: Aprender a Falar Inglês Naturalmente: é possível?

Os Fillers na Prática

Como dito acima, falar inglês fluentemente não tem nada a ver com falar tudo de modo direto e rápido. Os falantes nativos fazem pausas para deixar a conversa mais natural. Dessa forma, você poderá dizer a sentença abaixo sem o menos problema:

  • I was tired of all that. (Eu estava cansado daquilo tudo)

Nada de errado em falar assim. Mas, para soar mais como um falante nativo e claro mostrar mais naturalidade, você poderá dizer assim:

  • I was, like, you know, tired of all that.

Veja que usamos dois FILLERS só para dar uma quebrada na sentença e assim demonstrar mais espontaneidade na falar. Ou seja, demonstrar um pouco mais de fluência. Vamos ver um outro exemplo. Observe o texto abaixo:

  • I don’t like when people tell me what to do. I like doing things my own way. I love being free to do things the way I want to. I don’t need someone telling me do this or do that. I hate that.

Mais uma vez, tenho de dizer que não há nada de errado em falar isso aí tudo dessa maneira. No entanto, para demonstrar mais naturalidade, podemos falar assim:

  • Well, you know, I just don’t like people uh people telling me what to do, right. I mean, I like doing things my own way, you know. Like, I just love uh I just love being free, you know, just to do things the way I want to. So, I don’t need, I mean, I just don’t need someone telling me “Do this or do that!”, right. I really hate that sort of thing, you know.

Claro que exagerei no uso dos FILLERS no texto acima. Mas, fiz isso apenas para que você tenha uma ideia de como os FILLERS podem aparecer em vários locais só para dar mais fluidez (fluência, naturalidade) no inglês falado (Spoken English).

Note ainda que um outro recurso usado como filler é a repetição de uma palavra ou expressão. Algo que fiz também no texto e que você pode reler para perceber tais repetições.

» Leia também: Como Manter a Fluência em Inglês

Vale a pena aprender FILLERS?

Será que vale a pena aprender (ensinar) isso? O que os especialistas na área dizem a respeito? Como é que você – estudante de inglês – aprende isso?

Para encontrar as respostas a essas perguntas, assista ao vídeo abaixo. Depois, convido você a deixar seu comentário aqui nesta dica ou em nosso canal no Youtube.

Agora está mais claro o que são FILLERS para você e a importância deles no desenvolvimento da fluência em inglês? Quero saber o que você achou dessa dica. Participe da conversa! Não fique de fora! Até a próxima!

Ter Um Bom Vocabulário em Inglês: o que é isso?

Ter um bom vocabulário em inglês!? O que isso realmente quer dizer!? Você certamente já se fez essa pergunta, não é mesmo? Afinal, o que significa ter um bom vocabulário na língua inglesa? Você já parou para pensar nisso?

Esse assunto é um dos mais instigantes no mundo de aprendizado de inglês. O grande problema é que as pessoas de modo geral tem uma ideia bem errada do que realmente significa ter um bom vocabulário. A partir do momento que você entender isso e mudar o modo como encara o assunto, seu inglês mudará muito. Enfim, deixe-me falar um pouco sobre isso e você já vai começar – assim espero! – a mudar o seu pensamento.

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Ter Um Bom Vocabulário em inglês: pensamento comum

Todo estudante de inglês – seja lá qual for o nível – costuma achar que ter um bom vocabulário em inglês significa saber um monte de palavras.

Por um monte de palavras, eles acreditam que saber as cores, as frutas, os legumes, as partes do corpo humano, as partes de uma casa, os utensílios de uma cozinha, peças de um carro, etc., em inglês faz parte desse bom vocabulário em inglês.

Ter Um Bom Vocabulário em InglêsMuita gente ainda acha que além de decorar listas de palavras, um bom vocabulário também se manifesta quando a pessoa sabe palavras esdrúxulas. Aquelas palavras que são raramente usadas em uma conversa cotidiana.

Assim, saber palavras como “acersecomic”, “gorgonize”, “infandous”, “agastopia”, “bibble”, “oxter”, “quire”, “absquatulate” indica que a pessoa tem um bom vocabulário em inglês.

Será mesmo isso?

Será que ter um bom vocabulário em inglês refere-se mesmo ao fato de alguém ter na ponta da língua uma lista de 2000, 3000, 4000, 5000 palavras? E também palavras raramente usadas?

Em parte, isso pode até ser verdade. No entanto, isso não é nem 80% do que nós, especialistas em aquisição lexical, definimos como ter um bom vocabulário em inglês.

Então, o que é ter um bom vocabulário em inglês?

No vídeo abaixo, eu – Denilso – explico do modo mais simples possível o que significa ter um bom vocabulário em inglês. Você vai entender ter um bom vocabulário não se resume a esses dois pensamentos comuns – e falhos – mencionados acima.

Resumindo um pouco o assunto, ter um bom vocabulário em inglês significa ser capaz de usar de como correto e natural as palavras mais simples e comumente usadas no dia a dia da língua inglesa.

Ou seja, saber usar palavras como “all”, “can”, “just”, “mean”, “get”, “will”, “tell”, “say”, “know” e outras mais é o que faz uma grande diferença no seu modo de se comunicar em inglês. Esse é o assunto que trato no curso Aprender Inglês Lexicalmente – participe do curso clicando aqui. Afinal, o segredo para o desenvolvimento da sua fluência está na qualidade de como você usa as palavras e não na quantidade de palavras que tem decorada na cabeça.

Assista, ao vídeo para entender melhor. Caso queira dizer algo a respeito do assunto, deixe seu comentário aí abaixo. Let’s keep talking about this issue. [Não está vendo o vídeo abaixo? Então, assista clicando aqui!]

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Dicas Para Pensar em Inglês? Encontre aqui as dicas que você precisa!

O que fazer para pensar em inglês? Como deixar de pensar em português e começar a pensar em inglês? Quais são as dicas para pensar em inglês?

Estou na área de ensino de inglês há mais de 20 anos e essa pergunta é uma das perguntas que mais ouço. Há um desejo enorme entre os estudantes de inglês de querer pensar em inglês e para isso eles procuram dicas que ajudem. Se você está em busca de respostas a essa pergunta, darei abaixo algumas dicas para pensar em inglês.

Infelizmente, você já deve ter notado que não existe um botãozinho dentro de nossa cabeça que mude o nosso cérebro para deixar de pensar em português e começar a pensar em inglês. Não existe uma espécie de tecla SAP para isso. Se existisse, seria simplesmente MA-RA-VI-LHO-SO, não é mesmo?

Eu e Minhas Ideias

Dicas Para Pensar em InglêsMesmo não tendo tal botão, ao longo dos meus estudos de inglês, eu desenvolvi estratégias para fazer com que meu cérebro usasse o inglês que eu sabia e aprendia.

Caso você não saiba, eu – Denilso – aprendi inglês sozinho. Nunca viajei para o exterior para aprender inglês. Nem mesmo frequentei uma escola de inglês. Todo o inglês que aprendi foi enfiando a cara nos livros, observando a língua sendo usada, cometendo erros de pronúncia, de gramática, de uso das palavras e tudo mais.

Assim, uma coisa que fiz desde o começo foi fazer meu cérebro “pensar” em inglês. Mas, como eu fazia isso? Seguem abaixo algumas das “maluquices” que eu costumava fazer. São dicas para pensar em inglês desde que você realmente queira isso. Claro que você não precisa fazer todas elas, mas experimente algumas por algum tempo e me conte depois qual foi o resultado.

Dicas Para Pensar em Inglês

» Dica 01

Quando estiver parado em algum local – fila de banco, consultório médico, esperando alguém em algum local –, tente descrever as pessoas e o local (o ambiente) em inglês. Não se preocupe se você não souber uma palavra ou outra; simplesmente faça uso daquilo que você já sabe.

» Dica 02

Quando estiver assistindo a uma aula ou ouvindo uma palestra, experimente fazer as anotações em inglês. Se for anotar algo importante que você ouviu, anote em inglês usando as palavras e expressões que você já sabe. Não se preocupe com a gramática; apenas use aquilo que você sabe.

» Dica 03

Ao ver um número de telefone ou placa de um carro, leia os números e letras em inglês. Uma das maiores dificuldades que as pessoas tem ao falar inglês é quando se deparam com números; portanto, acostume-se a ler os números e as letras em inglês. Soletre as palavras de vez em quando apenas para praticar o alfabeto mentalmente.

» Dica 04

Ao começar o seu dia, procure descrever em inglês para você mesmo como será o seu dia.. Fale de coisas que terá de fazer ou acha que terá de fazer. Você pode dizer mentalmente algo como “Today I’m going to work by car. At midday, I think I’ll go to the bank. I also have to call my friend Miguel and…“. Enfim, use o inglês que você já sabe para dizer como será seu dia, coisas que terá de fazer.

» Dica 05

No final do dia, ao deitar na cama – ou um pouquinho antes – repasse seu dia mentalmente em inglês. Pense nos principais momentos do dia e descreva-os em inglês. Por exemplo, “Today, I woke up really early. I went to the dentist. I had lunch at a restaurant and then I went back to work and solved some problems there. I also went to the gym and had a wonderful time“. Enfim, repasse seu dia falando inglês com você mesmo.

Conclusão

O que estou sugerindo a você é que você se acostume a usar o inglês que já sabe para começar a pensar em inglês. Essa coisa de pensar em inglês não ocorre da noite para o dia. Pensar em inglês é uma questão de hábito e hábito é algo que você adquire aos poucos.

Há muitas outras dicas para pensar em inglês. Por exemplo, no horário do almoço, descreva o que você está comendo em inglês. Se você vai ao trabalho de metrô ou ônibus, descreva as pessoas usando o inglês que você sabe. Enfim, brinque mentalmente com o inglês que você já sabe e faça seu cérebro pensar em inglês aos poucos.

Caso queira ouvir mais dicas para pensar em inglês, assista ao vídeo do link abaixo.

»» Como pensar em inglês?

Participe do Curso

Para muito mais dicas para pensar em inglês, conheça o curso Aprender Inglês Lexicalmente. Nele você aprenderá como aprender inglês por meio de chunks of language, aprender gramática sem gramática, usar inglês com naturalidade, desenvolver sua fluência e muito mais. Já estão abertas as inscrições para novas turmas. Saiba mais clicando aqui ou na imagem abaixo.

Aprender Inglês Lexicalmente

 

Fluência em Inglês em 3 meses! É possível!?

Há hoje na internet vários anúncios de cursos oferecendo fluência em inglês em 3 meses (ou até em menos tempo). Você certamente já viu esses anúncios. Deve até ter assistido a vídeos nos quais o autodeclarado profissional, professor ou expert em fluência diz que vai te contar o segredo para ser fluente em inglês, mas depois de 15 a 20 minutos ele não fala nada. Pura enrolação!

Pois bem! Depois de um tempo, vendo isso tudo em silêncio, decidi me posicionar a respeito e falar algumas verdades sobre essa coisa de Fluência em Inglês em 3 Meses.

O vídeo – que está no final desta dica – foi publicado em nosso canal no Youtube. No entanto, como muitos de nossos leitores não nos seguem por lá, decidi compartilhá-lo aqui. Afinal, eu acredito que muita gente deve começar a abrir os olhos para essas ofertas milagrosas e vazias. Principalmente, quando o assunto é fluência em inglês em 3 meses.

Em 15 minutos (eu sei que é longo!), eu falo sobre esse assunto. Mas, antes de assistir ao vídeo, permita-me fazer um convite.

Evento ao Vivo no Youtube: PARTICIPE

Fluência em Inglês em 3 MesesNa sexta-feira – 20 de janeiro – às 20:00 (horário de Brasília) farei um evento ao vivo no Youtube falando sobre fluência. Nessa apresentação, abordarei os seguintes temas:

  • O que é fluência?
  • Quais as características da fluência?
  • Como desenvolver a fluência?
  • Quanto tempo leva para ser fluente em inglês?
  • Como sei que sou fluente?

Se você deseja entender melhor o que os especialistas e verdadeiros profissionais da área de ensino e aprendizado de línguas falam sobre isso, participe desse evento. Salve aí o link e junte-se a nós na sexta: https://youtu.be/JAp0OCWPyaM

Fluência em Inglês em 3 Meses

 

5 Dicas de Inglês no Youtube

Você provavelmente já sabe que o Inglês na Ponta da Língua é também um canal de dicas de inglês no Youtube. Mas, não custa nada relembrar isso, não é verdade. Afinal, às vezes muita gente esquece e acaba perdendo alguma novidade por lá.

De tal maneira, para os que não lembram – ou ainda não sabem – compartilho abaixo algumas das dicas de inglês no Youtube publicadas no canal Inglês na Ponta da Língua que mais fizeram sucesso até o momento. Para rever cada uma das dicas é só clicar no botão play daquele que desejar. Mas, fica o convite para você assistir ainda a vários outros vídeos lá no canal.

Ah! Se você ainda não se inscreveu no canal, inscreva-se! Já tivemos um sorteio de livros lá e muito em breve outros sorteios e promoções aconteceram. Portanto, eu acredito que você não vai querer ficar de fora, não é mesmo? Afinal, além de aprender com as dicas de inglês no Youtube, vai que você dá sorte e ganha um livro, um dicionário, um livro de leitura, um pacote de ebooks e o que mais der para sortear aos inscritos.

Chega de conversa furada e vamos assistir e curtir dicas de inglês no Youtube.

5 Fatos Sobre o Present Perfect

O Present Perfect é sem dúvida uma pedra no sapato de muitos estudantes de inglês. Mas, na dica deste vídeo, eu – Denilso – apresento 5 fatos sobre o uso do Present Perfect no inglês falado. Não é uma aula de gramática tradicional, mas sim um bate papo sobre a gramática de uso da língua inglesa.

Dica Para Desenvolver a Fluência em Inglês

Ser fluente em inglês é o sonho de todo mundo que estuda inglês, não é mesmo? Assim, na dica do vídeo abaixo, eu falo sobre uma atividade simples que você pode fazer todos os dias para desenvolver a sua fluência em inglês. Você não vai catar um centavo para colocá-la em prática. Além disso, é uma atividade que pode ser adaptada perfeitamente bem ao seu nível de inglês: básico, intermediário ou avançado. Lembre-se: ser fluente em inglês depende muito mais de suas atitudes como estudante do que de um curso milagreiro na internet.

Tempo Para Ser Fluente em Inglês

Quanto tempo leva para ser fluente em inglês? Você certamente já se fez essa pergunta e deve até mesmo ter perguntado a um amigo ou professora de inglês. Caso ainda tenha dúvidas quanto tempo realmente leva para conquistar a fluência em inglês, no vídeo abaixo, você encontrará uma resposta que poderá deixá-lo mais tranquilo (ou não!).

Como dizer DEIXAR PRA PRÓXIMA em inglês?

Esta dica é sobre uma expressão que teve origem no Estados Unidos, mas que hoje é usada em praticamente todos os países de língua inglesa. Então, se você quiser aprender o que dizer quando quiser dizer a alguém que é melhor deixar algo para a próxima, assista ao vídeo a seguir e aprenda.

O que significa HAD BETTER?

Você certamente já se deparou com essa expressão por aí, não é mesmo? Deve até ter visto ela em alguma aula de gramática ou algo do tipo. Mas, saiba que aprender a usar HAD BETTER no inglês falado é mais fácil do que ficar procurando regras. Se estiver duvidando disso, assista ao vídeo abaixo e confira. Tenho certeza que você concordará comigo depois de assisti-lo.

Pronto! Essas são as 5 dicas de inglês no Youtube que eu queria compartilhar com você hoje. Se quiser assistir mais vídeos e assim ficar ainda mais com seu Inglês na Ponta da Língua, é só dar um pulinho lá no canal e aproveitar. Vá para o canal, clicando aqui. Quando estiver lá, inscreva-se no canal, curta os vídeos e deixe seus comentários. Será um prazer ter você com a gente! 😊

Aprender a Falar Inglês Naturalmente: é possível?

Falar inglês naturalmente! Esse certamente é o sonho de muita gente. Você mesmo deve estar lendo este texto pois quer saber o que significa fala inglês naturalmente. O que está envolvido nesse processo? O que deve ser feito? O que aprender? Por onde começar?

Minha intenção neste textão é apresentar a você algumas ideias que os pesquisadores na área falam sobre isso tudo. Falo de coisas que foram essenciais para mim como aprendiza de inglês. Então, para ficar mais interessante, vou te contar antes uma pequena história sobre mim e assim a gente vai se entendendo. Se achar que minha história não tem nada a ver com você, pode parar de ler o texto a hora que quiser. Vamos lá!

MINHA PEQUENA HISTÓRIA

Eu comecei a estudar inglês (sozinho, sem curso, sem viajar para o exterior, só eu e os livros) no começo de 1991. Até o final de 1997, eu tinha aprendido muita coisa.

Denilso de LimaMinha gramática era excelente. Ao fazer testes e atividades gramaticais, eu conseguia acertar 95% das questões. Eu até discutia com propriedade e desenvoltura tópicos gramaticais com falantes nativos. Gramática para mim não era problema. Eu era também muito bom com as palavras. Meu vocabulário era extremamente rico. Eu sabia palavras que muita gente – inclusive nativos – não sabiam. Quando alguém perguntava como se dizia algo em inglês, eu tinha a resposta na ponta da língua. Modéstia à parte, eu era extremamente bom nesses dois pontos.

O curioso é que mesmo sendo extremamente bom, eu não conseguia falar inglês naturalmente. Minha fala era arrastada. As palavras saíam de modo desengonçado. Eu sabia inglês; mas, mas era incapaz de falar inglês com desenvoltura. Entender um filme, seriado ou música era algo sofrível. Quando conversava com um nativo, eu engasgava e mal entendia a pessoa. Mas, ao falar inglês com brasileiros, achava muito fácil. Teve uma época que eu preferia falar com brasileiros a ter de falar com um nativo. Confesso que até pensei em deixar esse tal inglês de lado.

Lá por volta do começo de 1998 – por meio da leitura e do aperfeiçoamento profissional –, percebi o que eu tinha feito de errado até aquele momento.

Eu havia passado 7 anos da minha vida decorando palavras soltas (e também algumas expressões, frases, phrasal verbs, gírias e essas coisinhas), memorizando regras gramaticais (quando for um verbo consoante + vogal + consoante dobre a última consoante antes de acrescentar o –ing: getting, running etc.) e os termos técnicos dos livros de gramática (Present Perfect, Passive Voice, Past Participle, Prepositions, Past Simple…).

Como eu lia muitos livros de metodologia, aquisição de uma língua adicional, neurociência, psicolinguística e afins, percebi que precisava ter incluído, desde o início do meu aprendizado, tópicos que iam muito além da simples gramática com suas regras e termos técnicos e da decoreba mecânica de palavras em inglês.

Esses pontos extras que eu estava descobrindo teriam me ajudado a falar inglês naturalmente muito mais cedo do que eu imaginava. Se quiser saber quais são, continue lendo. Mas, antes vou falar sobre dois pontos que são sempre lembrados quando alguém decide aprender inglês.

GRAMÁTICA e VOCABULÁRIO

Gramática e VocabulárioGramática e vocabulário são as duas primeiras coisas que vêm à cabeça quando alguém diz que vai aprender inglês. Mas, o que exatamente é gramática e vocabulário?

Para a grande maioria das pessoas, gramática é o conjunto de regras que determina o uso da correto da língua. É o famoso falar certo. Já vocabulário são as palavras que precisamos aprender para usar do jeito certo com a gramática.

Assim, a gramática (com suas regras e termos técnicos) é uma espécie de esqueleto sobre o qual acrescentamos a carne e a pele (as palavras soltas que decoramos).

Não tenho nada contra essa visão! No entanto, se você quer mesmo falar inglês naturalmente precisará ir muito além desses dois pontos. Para usar um jargão do momento: você precisa pensar fora da caixinha.

E assim, chegamos aos outros pontos que são extremamente importantes pra quem quer aprender a falar inglês naturalmente. Estes novos itens não são difíceis de serem compreendidos ou aprendidos. O problema é que geralmente os estudantes de inglês (e muitas escolas também) os deixam para os níveis mais avançados. Na verdade, há estudantes que nunca ouviram falar sobre isso e escolas de inglês que não fazem a menor ideia desses pontos.

Essa é a razão pela qual muitos têm a impressão de que estudam inglês há anos e ainda assim não conseguem falar ou entender algo que é dito. Podem ler e escrever bem, mas falar e ouvir é complicado. Sabem muitas palavras e muita gramática, mas na hora de bater um papo naturalmente, engasgam.

Que pontos adicionais são esses? Vamos a eles!

FORMULAIC LANGUAGE

Atualmente, este é o nome que damos para algo também conhecido como chunks of language, lexical items, lexical phrases, multi-word items e outros tantos.

O conceito de vocabulário como palavras soltas  foi ampliado para o tal do formulaic language. Hoje, não devemos focar demasiadamente no ensino/aprendizado de palavras soltas.

Aprender que “go” significa “ir”, não é nada. Pois, ao ler algo como “he’s going grey”, é preciso entender que “go grey” significa “ficar grisalho”. Ao ouvir “I’m going for a walk in the park”, tem de saber que “go for a walk” significa “dar uma caminhada” ou “caminhar”.

Formulaic LanguageA ideia de formulaic language não se limita apenas às palavras isoladas e seus diferentes usos e significados. Quando falamos de formulaic language, estamos incluindo aí coisas como collocations, phrasal verbs, idioms, slang words, phrases, fixed sentences, semi-fixed sentences e tudo mais relacionado ao universo lexical da língua inglesa.

Além disso, formulaic language está também relacionada à gramática da língua. No entanto, não se trata da gramática de regras e termos técnicos. Formulaic language ajuda você a aprender a gramática natural da língua inglesa (mesmo sem decorar regras e termos técnicos). Para entender melhor, leia o texto Aprender Inglês Sem Gramática.

Se eu soubesse disso no começo dos meus estudos de inglês, teria aprendido logo cedo a me expressar de modo muito mais natural. Ao invés de ficar montando as frases palavra por palavra e pensando nas regras gramaticais, eu teria sido capaz de dizer exatamente o que queria do modo certo, no momento certo com a maior clareza do mundo.

Só depois que passei a aprender formulaic language, percebi o quanto meu inglês melhorou. Com isso, tomei coragem para fazer os exames de Cambridge e passei em todos (FCE, CAE e CPE). Além disso, percebi também que meu listening melhorava cada vez mais e eu era capaz de compreender as filmes, músicas, seriados, conversas etc., com muito mais naturalidade.

GAP FILLERS

Os gap fillers poderiam ter sido incluídos na categoria de formulaic language. No entanto, resolvi escrever sobre eles à parte.

De modo bem simples, gap fillers são pequenas palavras ou expressões que usamos naturalmente ao conversarmos e muitas vezes nem percebemos. Em português, palavras como “bem…”, “bom…”, “tipo…”, “tipo assim…”, “olha só…”, “veja bem…”, “então…” e outros mais são exemplos de gap fillers.

Em inglês, alguns gap fillers geralmente usados ao falar inglês naturalmente são: “well…”, “hmmm”, “er…”, “you know…”, “I mean…”, “it’s kind of…”, “it’s sort of…”, “you see” e outros tantos.

O uso de gap filler em inglês é tão comum e frequente que quando passei a percebê-los eu perdi o medo de falar inglês com as pessoas. Eu também consegui fazer e perceber as pausas ao falar ou ouvir inglês.

De acordo com vários, pesquisadores os gap fillers são uma das melhores maneiras para identificar o nível de proficiência de um falante de inglês como língua adicional.

Se eu tivesse aprendido isso no começo dos meus estudos de inglês, não teria passado boa parte do tempo achando que as frases em inglês deveriam ser ditas do começo ao fim sem pausa. Nem teria penado para entender o que as pessoas me falavam.

Eu ia escrever um texto falando só sobre gap fillers, mas o Daniel Silva, do site Inglês no Teclado, já fez isso. Então, leia o texto dele: GAP FILLERS – por que você deve usá-los para falar Inglês (áudio).

PRONÚNCIA

Não quero aqui falar sobre aspectos básicos da pronúncia da língua inglesa. Ou seja, não vou falar nada sobre diferenciar o som de “shit” e “sheet”, “man” e “men” ou fazer os sons do “th” com perfeição. A ideia é falar sobre o que chamamos tecnicamente de características suprassegmentais da língua.

Pronúncia da Língua InglesaCalma! Esse nome horroroso refere-se a um nível mais profundo da pronúncia: stress, intonation, connected speech, rythm, pitch. Enfim, tópicos relacionados à pronúncia que geralmente são tratados quando chegamos aos níveis avançados.

Se desde o começo eu tivesse dado atenção à entonação (intonation), eu não teria tido tantos problemas ao falar inglês naturalmente com alguém. Se eu tivesse aprendido sobre connected speech, não teria ficado boa parte da minha vida achando que os falantes nativos falavam rápido demais. Se eu não tivesse passado boa parte do tempo focado em aprender coisas simples como “os sons do th”, “a diferença entre beach e bitch”, “a diferença entre man e men”, eu certamente teria desenvolvido meu inglês de modo mais natural muito antes de 1998.

Felizmente, aprendi a tempo de me corrigir e ir melhorando. Confesso que ainda hoje não sou perfeito nesses pontos. Mas, nem por isso sou incapaz de falar inglês naturalmente com quem quer que seja. Não sou 100% perfeito (se é que alguém é!), mas causo uma boa impressão.

CONCLUSÃO: falar inglês naturalmente

Se eu soubesse dessas coisinhas simples quando comecei a aprender inglês lá em 1991, eu certamente não teria demorado tanto para começar a falar inglês naturalmente. Esse itens certamente teriam me ajudado muito no começo.

Falar Inglês NaturalmenteNo entanto, não vejo isso como um erro. Valeu a pena! Aprendi muita coisa e esse conhecimento serviu para hoje eu fazer o que faço: dar palestras, escrever livros, pesquisar o processo de aprendizado, manter este site, dar dicas de aprendizado, orientar professores e estudantes de inglês, dar cursos, workshops e muito mais.

Foi interessante passar por tudo isso e hoje – 26 anos depois – ter adquirido essa experiência como estudantes de inglês e como profissional de ensino da língua inglesa.

Claro que isso tudo não servirá para absolutamente nada se você não se dedicar, se envolver com a língua inglesa, estudar com afinco e manter a motivação para aprender inglês. Se tiver tempo, leia Como eu Me tornei Fluente em Inglês.

Fiz inúmeras maluquices para poder aprender e desenvolver a minha fluência em inglês. Já escrevi muito sobre isso aqui no Inglês na Ponta da Língua. Agora, vou começar a falar ainda mais – e de modo mais prático – por meio do Inglês na Ponta da Língua Premium, uma área exclusiva para assinantes que terá dicas e informações sobre tudo o que escrevi acima e muito mais. Portanto, inscreva-se no Premium e mude o modo como você aprende inglês. Não ofereço fluência de modo milagroso (em 18 horas, 4 semanas, 3 meses – isso é papo de quem quer só ganhar dinheiro!). O que ofereço é um conteúdo diferenciado para você também ficar com o Inglês na Ponta da Língua assim como eu e muitos outros também ficamos.

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Fala inglês naturalmente não é impossível. Mas, é preciso pensar fora da caixinha para perceber como o processo se dá. Espero que tenha gostado do texto. Até a próxima! 😉

Tempo para Ser Fluente em Inglês

Tempo para ser fluente em inglês: será que tem um número exato? Essa é de longe uma das perguntas que muitos estudantes de inglês fazem o tempo todo. Tem gente que passa mais tempo querendo saber quanto tempo levar para ser fluente em inglês do que passa tempo estudando inglês.

Começo de Conversa

Dias atrás, em meu perfil pessoal no Facebook pedi às pessoas que me enviassem perguntas relacionadas ao aprendizado de inglês. A ideia é ter uma série no Youtube chamada “Pergunte ao Denilso“. Nessa série, quero responder perguntas com temas relacionados ao aprendizado e ensino de inglês. Dessa forma, teremos um canal de diálogo diferente com você que acompanha o meu trabalho.

Tempo para Ser Fluente em InglêsE assim, dois leitores, Marisa Cassiano e Tiago Fernandes, fizeram as seguintes perguntas:

  • Quando você se sentiu seguro para afirmar “sim, eu sou fluente em inglês”?
  • Quanto tempo de estudo você precisou para se considerar fluente em inglês?

Juntei as duas perguntas e as respondi no vídeo que está logo abaixo. Além da resposta, aproveito o gancho para falar mais sobre essa coisa de tempo para ser fluente em inglês.

Tempo para ser fluente em inglês

De modo geral, não há um tempo exato para ser fluente em inglês. Há pessoas que aprendem muito em menos tempo que outras. E, por outro lado, temos pessoas que mesmo morando em um país de língua inglesa por anos não se consideram (e nem classificadas como) fluentes.

O que realmente faz a diferença é a dedicação de cada pessoa. O mais importante é descobri quanto tempo você estuda inglês por dia. Não! Não estou falando de ficar sentado em uma cadeira com os livros aberto. Não é só isso! Aprender inglês tem a ver ainda com envolver-se com a língua mesmo quando não estamos estudando formalmente.

Além dessas coisas, vale dizer que quanto mais estudamos, mais percebemos que temos o que aprender. Assim, a gente começa a estudar inglês e com o tempo percebemos que vamos melhorando e que queremos melhorar mais e mais. Quando menos percebemos estamos falando inglês com mais naturalidade e entendendo o que é dito.

É nesse momento que nos damos conta que estamos desenvolvendo a nossa fluência. Mas, esse desenvolvimento continua ao longo da vida. Pois, se em algum momento, você deixar de se envolver com a língua inglesa, você certamente esquecerá muita coisa. Acabará perdendo a fluência que tanto desejou. Por essa razão, eu sempre digo que o tempo para ser fluente em inglês é a vida toda.

Entenda mais!

Assista ao vídeo abaixo para entender mais sobre essa coisa de tempo para ser fluente. Veja que tudo depende de você e não de um curso milagroso prometendo fluência em inglês em 3 meses. Cuidado com isso!

O vídeo faz parte do canal Inglês na Ponta da Língua no Youtube, uma ferramenta diferente para ajudar você a ficar cada vez mais com o inglês na ponta da língua. Portanto, inscreva-se no canal. É de graça e todo mundo sai ganhando! Assista também a outros vídeos já publicados por lá e aprenda mais.

» Como Pensar em Inglês?
» 5 Dicas para Desenvolver a Fala em Inglês
» Desenvolver a Fluência em Inglês
» O Que São Collocations?
» Usos do Modal Verb Can no Inglês Falado

That’s it! Espero que essas dicas ajudem você! E caso você queira fazer alguma pergunta relacionada ao assunto, deixe-a na área de comentário do vídeo no Youtube ou na área de comentário ali embaixo. Até a próxima! ☺️

10 Dicas para Destravar Seu Inglês

Então você está em busca de dicas para destravar seu inglês? Então, seguem abaixo 10 dicas para ajudar você nessa árdua tarefa. Além das 10, decidi acrescentar uma dica extra. Espero que goste!

1. Envolva-se com a Língua

Envolver-se com a língua significa colocar a língua inglesa – mesmo que aos poucos – no seu dia a dia. Já configurou  seu smartphone em inglês? Já configurou todos os seus eletrônicos em inglês? Que tal fazer anotações ao longo do dia em inglês mesmo? Quanto mais você se envolver com o inglês no seu dia a dia, melhor será para você. [Saiba mais sobre essa coisa de se envolver com a língua, lendo a dica O Que Significa Se Envolver Com o Inglês?]

2. Leia em Inglês

Ok! Não é para correr às livrarias e comprar livros de Sidney Sheldon, John Green, William Shakespeare, etc. Vá com calma! Procure por livros que sejam adaptados para o seu nível. Saiba mais sobre isso lendo a dica Livros para Ler em Inglês.

3. Ouça Inglês

Você pode ouvir músicas. Escolha uma música favorita, procura a letra na internet, aprenda as expressões e ouça-a quantas vezes quiser. Experimente cantarolar a música escolhida junto com a gravação original. Se você não curte ouvir músicas, pode ouvir rádios. Saiba como tirar proveito disso tudo, lendo a as dicas Aprender Inglês Ouvindo MúsicasOuvir Rádios para Melhorar o Inglês e também Aprender Inglês com Filmes.

4. Pense em Inglês

Pode parecer maluquice isso, mas saiba que é possível. Claro que não vai acontecer da noite para o dia, mas com persistência e dedicação você poderá pensar em inglês. Aprenda mais na dica Como Pensar em Inglês.

5. Fale Inglês Sozinho

Dicas Para Destravar Seu InglêsSe você quer mesmo destravar seu inglês, vai precisar falar sozinho de vez em quando. Portanto, crie um amigo imaginário e bata papo com ele sempre que possível. Caso ache isso uma maluquice, experimente ler diálogos em inglês. Na internet, você pode encontrar diálogos de filmes, de entrevistas, de aulas de inglês e de mais um monte de coisas. Encontre alguns diálogos e pratique-os. Você pode até memorizá-los para depois repeti-los sem ler ou praticá-los com seu amigo imaginário.

[Aprenda mais assistindo ao vídeo 5 Dicas Para Desenvolver a Fala em Inglês]

6. Mantenha um Diário em Inglês

Manter um diário em inglês é uma maneira excelente para você relacionar o inglês que está aprendendo com fatos do seu dia a dia. Tente escrever algo que você fez no dia (ou na semana) e depois de escrito, leia o texto em voz alta para você ir se acostumando com as palavras, a ordem dos fatos e os sons. O seu cérebro fará as ligações com as memórias por meio de outra língua, aumentando assim as chances de você usar naturalmente o que está aprendendo.

7. Faça um Discurso em Inglês

A ideia não é dar um discurso de 40 minutos. Você pode falar sobre um tema específico por 30 ou 60 segundos. Essa é uma ideia que já apresentei na dica Atividade Para Desenvolver a Fluência em Inglês. Leia também: Dicas de Inglês para Ser Fluente.

Você pode assistir ao vídeo Atividade Para Desenvolver a Fluência em Inglês no Youtube.

8. Use a Técnica de Voice Over

A técnica de voice over é bem simples. Ouça um arquivo de áudio várias vezes e preste atenção na pronúncia, no ritmo, na entonação e nas pausas. Enquanto ouve, vá acompanhando lendo o texto e faça as anotações que achar necessárias. Depois de muito ouvir, comece a ler o texto junto com o áudio. No início, você vai parar e repetir. Não tem problemas! Mas, com o tempo experimente falar tudo ao mesmo tempo que a pessoa no áudio. Faça isso várias vezes com o mesmo áudio. Chegará um momento em que você começará a dizer as coisas sem precisar ler. Você vai repetir naturalmente. Caso leve essa técnica à serio, você será capaz de falar todo o texto junto com a pessoa só de memória. No começo, parecerá estranho, mas com o tempo você vai tirá-la de letra.

9. Não Tenha Medo de Errar

Para encurtar o assunto aqui, leia 5 Dicas Para Perder o Medo de Falar Inglês e Por que brasileiro não aprende inglês.

10. Faça Descrições em Inglês

Experimente descrever em inglês pessoas, situações ou objetos do local em que você estiver. Fazer isso ao longo do dia, estimula o cérebro a pensar em inglês. Também colabora para que o cérebro mantenha contato com as coisas que você está aprendendo em inglês.

11. O Grande Segredo para Destravar Seu Inglês

O verdadeiro segredo para você destravar seu inglês será revelado agora. Quer mesmo saber qual é!? Então, faça o seguinte: pegue um espelho e olhe para ele. O que você viu no reflexo!? Você viu uma pessoa lá!? Pois é! Essa é a pessoa que vai ajudar você a destravar seu inglês. Essa é a pessoa que tem a atitude (ou não) para você destravar seu inglês. De modo mais simples, é você mesmo que tem de fazer a coisa acontecer. As dicas acima só funcionarão se você colocá-las em prática. Não perca tempo e mexa-se! Não espere por um milagre!

That’s all for now! Agora que você já tem várias dicas para destravar seu inglês, espero que faça algo a respeito. Até a próxima! 🙂

Você compra fluência em inglês?

Você compra fluência em inglês? Eu sei que essa pergunta soa estranho, mas a ideia é bem simples. Portanto, continue lendo para entender sobre algo que é comercializado como se fosse um produto físico. Vamos lá!

Você compra fluência em inglês?

Você já notou como aqui no Brasil os cursos de inglês – principalmente os online – costumam vender fluência como se fosse um produto de prateleira? Os anúncios online que vemos parecem oferecer fluência como se fosse um produto que devemos usar um pouco a cada dia para no final de um período de tempo termos ele por completo. É por causa disso que faço essa pergunta sempre: você compra fluência em inglês?

As pessoas – clientes/alunos – acreditam que ao se matricularem em um curso de inglês online (ou mesmo físico) serão fluentes em inglês só porque estão pagando ou porque a escola – em seu bem elaborado marketing afirmou que serão. Muitos cursos online e físicos se aproveitam dessa crença absurda e acabam oferecendo fluência em inglês como se fosse um pacote de arroz.

Jamais esqueça que fluência em uma língua é algo que se alcança através de muita dedicação e estudo.  Entenda que,

fluência não é um produto que se compra no balcão de atendimento de uma escola de inglês. Fluência não é produto exposto no mostruário de venda das escolas de idiomas.

Ser fluente em inglês

Você compra fluência em inglês?Ser fluente em inglês (ou qualquer outra língua) leva tempo. E esse desenvolvimento da fluência depende mais de você – estudante de inglês – do que da promessa (marketing) da escola ou do curso online. Cabe a você fazer sua parte para ser fluente. Afinal, você pode passar anos estudando em uma escola e ainda assim não se tornar fluente. Aliás, há pessoas que passam anos morando em um país de língua inglesa e não desenvolvem a fluência de modo satisfatório.

O fato é que nenhuma escola de idiomas no mundo vende a tal fluência. Você não será fluente apenas pagando por seu curso de inglês e indo às aulas regularmente. É preciso muito mais que isso! Leia os textos Quanto tempo leva para ser fluente e O que fazer para ser fluente.

Algumas perguntas para ajudar a pensar

Minhas perguntas aqui são as seguintes:

  • Você, por um acaso, comprou fluência em um curso de idiomas?
  • Eles venderam fluência para você como se fosse um produto normal?
  • Você viu o produto fluência exposto em algum lugar? Recebeu uma amostra grátis?
  • Como você sabe que será mesmo fluente ao terminar o curso?
  • Peça para os vendedores do curso explicarem de modo resumido o que é fluência?

Quando você compra um aparelho de TV, você precisa fazer uso dele. Você o liga na tomada, aperta o botão de ligar, sintonizar os canais, ajustes as cores, a nitidez, o contraste, o som e tudo mais. Caso um canal não esteja agradando é só ir para outro.

Ao se matricular em um curso de inglês – online ou físico –, você compra apenas um material: livro do aluno, livro de atividades e respectivos CDs. Além disso, você compra também um pacote de horas de aulas, geralmente algo em torno de 40 a 45 horas em um semestre. Pausa para perguntas:

  • Você usa os materiais apenas quando vai ao curso de inglês ou procurar utilizá-los em casa também?
  • Você tem dedicado tempo para sintonizar seu cérebro com expressões, palavras, collocations, sentenças etc em inglês?

O que você anda fazendo para ser fluente?

Se o curso é online, você tem aproveitado ao máximo a estrutura que o curso oferece? Geralmente esses cursos oferecem professores virtuais, atividades extras, acesso ao fórum, enviado perguntas, participado de conversas online com outros alunos, acessado o ambiente do curso de modo geral. Enfim, você tem usado tudo e feito o seu melhor para se desenvolver cada vez mais e mais?

Resumindo as perguntas acima: Você está ligado na tomada? Você está fazendo sua parte no seu aprendizado de inglês? Você acredita que o seu curso de inglês [seja lá qual for] oferece estrutura, ambiente e apoio para você se tornar fluente em inglês?

Não espere receber a fluência embalada em um pacote lindo e maravilhoso. O que você recebe são as ferramentas para que você faça a sua parte – juntamente com a parte do curso – para que você desenvolva a fluência enquanto está no curso e continue desenvolvendo depois que o curso chegar ao fim.

Ninguém compra (ou vende) fluência. Tome muito cuidado com esse marketing da fluência como produto.  Ser fluente em uma língua depende muito mais de você se envolver com a língua do que qualquer outra coisa. O segredo é não ficar acomodado! Você é o grande diferencial!

Dicas recomendadas

Leia também as dicas do link abaixo: